terça-feira, 8 de março de 2016

houve um tempo em que discordar era normal...


Uma das coisas que mais me entristecem neste momento trágico pelo que passa o Brasil é ver cair a máscara de bom caráter, de bom mocismo, que muitas pessoas que conheço usavam. 

Não fico desapontado porque elas são de direita, não gostam deste governo ou de Lula ou do PT.

Como ser humano civilizado considero que sou obrigado a respeitar as diferenças.

Se não souber conviver com esse fato absolutamente natural numa espécie que evoluiu ao ponto de transformar, em seu proveito, o mundo em que vive, não mereço estar na companhia dos outros.

O bom da vida, acredito, é justamente a sua diversidade.

Como é que falavam antigamente? "O que seria do vermelho se todos gostassem do amarelo..."

Numa democracia, ou até mesmo num projeto de democracia, como o Brasil, respeitar as diferenças, proteger as minorias, dialogar com a contraparte, deveria ser algo tão comum quanto respirar. 

Por isso é que me entristece profundamente ver gente que considerava igual a mim, em termos intelectuais e de educação - não só a formal, mas principalmente, aquela que nos dita como se comportar em sociedade -, agir, hoje, como se fizesse parte de uma matilha de lobos à caça de uma presa, como nesses documentários que passam na televisão sobre a vida selvagem.

Repito: ninguém é obrigado a gostar do PT, dos comunistas, do Palmeiras, do Corinthians, de feijoada ou da Ana Carolina.

Todos nós temos preconceitos, uns mais, outros menos.

Mas, em muitos casos, pelo simples motivo de que externá-los pode ofender nossos interlocutores, o melhor negócio é calar a boca, em nome da boa convivência.

Convivi com muitas dessas pessoas que julgava serem gente de boa índole, incapazes de fazer ou até de pensar mal dos outros.

Com algumas compartilhei alegrias e frustrações.

Ri e chorei com elas.

Infelizmente, agora só me resta, para que não se apague em mim a frágil chama que alimenta a esperança de um mundo mais fraterno e menos injusto, a recordação do tempo em que éramos todos, simplesmente, bons companheiros.

4 SEGREDOS HORRÍVEIS QUE NINGUÉM CONTA SOBRE O WINDOWS 10

Existem dois tipos de pessoas neste mundo: as pessoas que odeiam a Microsoft e nenhuma outra… então, na verdade, há um tipo de pessoas neste mundo. A empresa tem sonhos de que o Windows 10 seja instalado em 1 bilhão de dispositivos no mundo inteiro, e embora isso soa meio como um objetivo de criança, é realmente uma possibilidade real, à medida que mais e mais usuários estão atualizando para retirar o mau gosto do Windows 8 de suas bocas.
Esta aceitação universal do Windows 10 é especialmente estranha, uma vez que parece que as pessoas estão esquecendo toda a merda sombria que Microsoft já fez em sua curta história de atualizações. Bem, eu não me esqueci, e eu estou um pouco espantado ao descobrir que muitas pessoas não estão falando sobre isso. Há uma lista enorme de coisas que o Windows 10 tentou te induzir e existe uma lista ligeiramente mais curta que ela está deixando de lado. Por exemplo…

#4. Eles estão fazendo você pagar a fatura pelo espaço do servidor deles.

servidores
Você já se deparou com um filme como American Ultra, um que estava um tanto interessado, mas não o suficiente para comprar um bilhete, e também, a moral não é realmente um problema para você? Se assim for, você provavelmente está familiarizado com torrenting. A maneira como funciona o torrenting é a conexão entre seu computador com qualquer um que rode o software e baixa um pedaço de arquivo peça por peça diretamente de seus computadores, essencialmente, tratam-nos como pequenino, servidores pequenas conectados a outros, minúsculos servidores. A Microsoft viu essa ideia e pensou para si: “Vamos fazer isso, mas com nossas atualizações. E nós vamos torná-la um recurso padrão!” Em seguida, eles riram loucamente com um raio estourando no lado de fora da Microsoft Head Quarters.
Microsoft hq evil
“Também nos livramos do Solitaire! MUAH HA HA HA!”
Eles estão chamando este processo de “Windows Update Delivery Optimization”, ou WUDO. Inicialmente, eu percebi que isso não poderia ser uma coisa real. Nenhuma empresa seria tão ousada em pensar que seria legal seus usuários conectarem com o próprio computador a fontes aleatórias, desconhecidas, especialmente quando o que te ensinam quando recebe seu primeiro computador é: Não conecte a computadores você não confia completamente! Então eu pesquisei WUDO.org, e me deparei com um site alemão da Organização Mundial de Unimotorcycle Drag Race.
Isto é como 100 por cento o oposto do Windows 10.
Isto é como 100 por cento o oposto do Windows 10.
Você deve estar se perguntando por que isso importa. Não é apenas desligar a opção? O problema é que ela está enterrada em vários cliques no Windows Update, o que não é nada intuitivo se você for um usuário casual. E especificamente se você não souber que isso é um problema, com certeza não irá mexer nas configurações do Windows Update. Ao contrário do que se poderia pensar, para a maioria das pessoas basta ligar o seu computador e começar a usá-lo. Eles não assumem automaticamente que o sistema operacional que eles pagaram está fazendo merda sombria nos bastidores.
tela de update do windows
Além disso, as letras miúdas mencionam “Skynet” algumas vezes. :D
Isso não é apenas uma queixa, pois custa dinheiro, e de nós. Um monte de provedores de serviços de internet impõem um limite no uso de dados e se você estourar esse limite, irá desembolsar mais dinheiro para pagar a conta no final do mês. Se você não sabe como cavar nas configurações do Windows e desligar a opção que faz a Microsoft dizimar uma parcela de sua banda larga sem ao menos lhe perguntar, infelizmente está fodido! Nem mesmo um malware tem coragem de fazer isso. Isso mesmo o Windows 10 é pior que um malware.

#3. Windows 10 observa tudo que você faz…TUDO

customize settings
Como é o caso com qualquer grande atualização, seja uma atualização maciça do Windows ou mesmo uma reformulação do feed de notícias do Facebook, os usuários gostam de surtar por causa de cada pequena mudança que é feita que diz respeito a privacidade. Você realmente não pode culpar os usuários do Windows por serem esquemáticos sobre a privacidade, especialmente porque a Microsoft ainda está mexendo com as configurações de privacidade no Windows 7 e 8. Assim que começou a distribuição do Windows 10 , os usuários cavaram as configurações de privacidade para se certificarem que tudo estava certo. Infelizmente, eles descobriram que praticamente tudo estava estranho.
assistente do windows
O que, honestamente, eu vou apostar que mais do que alguns caras pegariam ela.
Além de as mesmas configurações de privacidade que você pode encontrar em seus telefones móveis, como rastreamento de sua localização para personalizar as consultas de pesquisa e direcionar anúncios no menu iniciar, os usuários resolutos também encontraram algumas características não tão padrões que precisavam ser abordadas. Talvez você tenha ouvido falar de um keylogger que o Windows 10 liga que monitora cada uma das batidas no seu teclado e que a assistente digital do sistema operacional, a Cortana, está vendo tudo que faz. Tudo.
Como irritante que possa ser, a Microsoft tem sido aberta sobre estes tipos de configurações por um longo tempo. Honestamente, você não pode esperar ter um robô assistente que ajuda com suas tarefas diárias, se você não dar a ela acesso sobre onde você está, qual é sua programação, e com quem você está tentando entrar em contato. O que é uma preocupação para a maioria dos usuários é que ela compartilha todas essas informações com a Microsoft, uma característica queela não têm problema em deixar no “automático”.
Felizmente para aqueles de nós que querem manter os nossos hábitos horripilantes de computação em segredo, todas estas características têm um interruptor que você pode gastar o seu precioso tempo livre configurando. Devo mencionar, no entanto, que foi descoberto que desligando maior parte desses recursos é como uma hesitação na hora do agachamento; seu Windows 10 ainda está conversando com a Microsoft sobre o que você anda fazendo. Então, enquanto você não gostar de usar a Internet ou de digitação ou até mesmo falar ao redor de seu computador, o Windows 10 deve ser um home run para você.
Na próxima semana revelarei quais os outros dois segredos horríveis que ninguém conta sobre o Windows 10. Não perca.
http://suprimatec.com/2016/03/05/4-segredos-horriveis-que-ninguem-conta-sobre-o-windows-10/

domingo, 6 de março de 2016

Os sinais da conspiração, no olhar de Janio de Freitas



Fernando Brito, Tijolaço - 

Indispensável a leitura do texto de Janio de Freitas, que olha com a visão de quem viu, ao longo de décadas, tomarem forma e evidência os quebra-cabeças das conspirações, sempre negadas até que galguem ao poder.

Tornou-se indisfarçável que existe uma coordenação entre os fatos, ainda que não se possa dizer entre que pessoas se dá a produção ou o controle da publicidade destes fatos.

Tomo a liberdade de lembrar o dito do velho Brizola: “Tem couro de jacaré, tem rabo de jacaré, tem dente de jacaré. Como é que não é jacaré?”

Isto foi

Janio de Freitas, na Folha

Nos seus dois anos de ação que se completam neste março, o juiz, os procuradores e os policiais da Lava Jato vieram em crescendo incessante nos excessos de poder, mas o ambiente em que esbanjaram arbitrariedade não é mais o mesmo. O exagero de prepotência faz emergirem reações em ao menos três níveis.

O que se passou de quinta (3) para a sexta (4) passadas não foram ocorrências desconectadas. Foram fatos combinados para eclodirem todos de um dia para o outro, com preparação estonteante no primeiro e o festival de ações no segundo. O texto preparado na Lava Jato para entrega ao Supremo Tribunal Federal, como compromisso de delação de Delcídio do Amaral, está pronto desde dezembro. À espera de determinada ocasião.

Por que a intermediação para o momento especial foi da “IstoÉ”, desprezada pela Lava Jato nos dois anos de sua associação com “Veja” e “Época”? É que estas duas, na corrida para ver qual acusa e denuncia mais, costumam antecipar na internet os seus bombardeios. A Lava Jato desejava que a alegada delação de Delcídio só fosse divulgada na quinta-feira, véspera das ações planejadas. A primeira etapa funcionou sem falhas, até para “IstoÉ” lembrar-se de si mesma.

Ainda no começo da noite de quinta, Ricardo Boechat deu com precedência e correção, no Jornal da Band, a íntegra da nota em que Delcídio negou confirmação ao “conteúdo da reportagem de IstoÉ” e negou “reconhecer a autenticidade dos documentos acostados ao texto”. Mas a conduta comum aos jornais, TV e rádios foi tratar como verdadeira a alegada delação de Delcídio. 

Nos dois jornais mais relevantes, o desmentido só foi referido na 21ª linha das 31 sob a grande manchete (“O Globo”: “Embora o senador diga que não confirma a reportagem”, e muda o assunto). Nas 54 linhas sob a grande manchete na edição nacional da Folha, nenhuma referência ao desmentido, no entanto citado em parte com destaque no interior.

Situação curiosa: o Delcídio tratado como parlapatão, pelo que disse ao Cerveró filho, merece crédito absoluto quando incriminador de Dilma e Lula, e volta a ser declarante desprezível quando nega as incriminações. Uma oscilação que pode ser política ou ter qualquer outra origem, mas jornalística não é. Em tempo: o filho de Cerveró foi mandado para o exterior.

As ações da sexta-feira quase santa foram sintetizadas, não por acaso, no título do artigo, naquele dia mesmo, de um dos irmãos em fé de vários integrantes da Lava Jato: “Destituição de Dilma é missão cristã”. Do pastor evangélico Wilton Acosta, presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política. 

Adequado texto de fundo para a chegada da Polícia Federal à moradia de Lula, levando-o; e para as invasões do Instituto Lula e do sítio em Atibaia. Com base em razão assim exposta uma semana antes pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, ao falar da obra no sítio: “Eu desconfio” (de relação entre Lula e empreiteiras). Mas procurador e policial que desconfia não vão para os jornais. Vão trabalhar. Para esclarecer sua desconfiança e dar ao país informações decentes.

Em São Paulo, em São Bernardo, no Rio, em Salvador, pelo menos, houve amostras eloquentes de que os ânimos da militância dos mais sofridos está próximo do ponto de descontrole. Um aviso à Lava Jato de que sua “missão cristã” não pode continuar tão mais missão do que cristã. Em paralelo, o pronunciamento de Lula, revivendo o extraordinário mitingueiro, não apenas deixou pasmos os que esperavam vê-lo demolido, a ponto de que também a Globo transmitiu-o ao vivo. Calmo, desafiador, o pronunciamento abriu a única perspectiva conhecida de restauração do PT, com Lula em campo pelo país afora, e já enfrentando os que pretendem extinguir os dois.

O ministro Marco Aurélio de Mello, ele quase sempre, convocou diante das atitudes de Sergio Moro: “Precisamos colocar os pingos nos is. (…) Amanhã constroem um paredão na praça dos Três Poderes”. Apontava a ilegalidade da decisão de Moro referente a Lula, e foi forte: “paredão” remeteu ao “paredón” dos fuzilamentos nos primórdios da revolução cubana. Considera que Moro age por critério seu, não pelos da legislação. O resultado são “atos de força”. E “isso implica retrocesso, não avanço”. Marco Aurélio não falou só por falar.

A megaoperação resultou em mega-advertência à Lava Jato.

Alegria também pode provocar doença no coração, indica estudo suíço


Emoções positivas também estão por trás de doença cardíaca
Um estudo suíço concluiu que dores no peito e falta de ar podem ser causadas não apenas pelo estresse emocional despertado por momentos de raiva, tensão e pesar, mas também pela alegria.

Da BBC -

De acordo com pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique, pelo menos 1 entre cada 20 casos da cardiomiopatia de Takotsubo, uma alteração no ventrículo esquerdo do coração ligada ao estresse, é causado por alegria em excesso. As conclusões foram divulgadas na publicação científica European Heart Journal.

A condição costuma ser temporária – os pacientes geralmente se recuperam.

O estudo do hospital analisou 1.750 pacientes. Os médicos descobriram que alguns deles apresentaram problemas cardíacos causados por uma série de ocasiões felizes, entre elas:

  • Uma festa de aniversário
  • O casamento de um filho
  • Um reencontro de amigos após 50 anos
  • Tornar-se avó
  • A vitória de uma equipe esportiva
  • Ganhar em um cassino
  • O resultado positivo de um exame de saúde
Segundo os pesquisadores, a maioria dos casos era de mulheres que passaram pela menopausa.

Doença é conhecida como 'síndrome do coração partido'
Jelena Ghadri, uma das cientistas, disse que o estudo revelou a existência de mais mecanismos por trás da cardiomiopatia de Takotsubo, desafiando o estereótipo de quem sofre da doença – geralmente definido como paciente da "síndrome do coração partido".

"A doença também pode ser causada por emoções positivas. Os médicos precisam estar a par de que pacientes que chegam à emergência de um hospital também podem estar sofrendo da síndrome de Takotsubo mesmo depois de um evento feliz."

Ghadri afirma que os resultados sugerem que tristeza e alegria compartilham o mesmo "caminho emocional" que leva à doença.

sábado, 5 de março de 2016

Condução coercitiva e ditadura


Lula condução coercitiva

Condução coercitiva é ato judicial extremo.
Somente aplicável diante de comprovada resistência de investigado ou testemunha imprescindível ao andamento de investigação ou processo.
É ato que o Estado tem à disposição para mostrar sua soberania em relação aos cidadãos que usam do direito de insubordinação.
É ato que requer formalidades, sendo a mais básica delas a negativa de comparecimento espontâneo ao chamamento judicial.
Em vinte anos de atuação em instituições do Poder Judiciário, nunca havia visto alguém ser chamado “de prima” coercitivamente.
Vi, e cansei de ver, nos tempos da ditadura.
E para os que não sabem o que é ditadura – já que temos várias gerações que cresceram sem saber o que é e quais as suas consequências – vi uma pequena explicação: ditadura não é milicos no poder; ditadura é a ausência de cumprimento das leis. É o arbítrio, a vontade de uns e outros prevalecendo sobre a vontade dos demais. As armas são apenas garantia.
Quando juízes, a polícia e o Ministério Público se arvoram o direito de “conduzir coercitivamente” cidadãos que publica e notoriamente já se ofereceram para prestar quaisquer esclarecimentos, sem que sequer tenham sido anteriormente citados para que isso fizessem, estamos diante, sim, de uma ditadura.
A imposição de uma vontade ao arrepio da lei!
Se existe uma investigação contra Lula, por que não chamá-lo a depor?
A resposta é simples: porque precisam do espetáculo midiático para que a mídia faça a sua festa. A mídia e os incapazes que bebem dela seu alimento cerebral.
Coincidência que o fato de hoje tenha ocorrido tão logo Lula tenha resolvido sair da “passividade” e começado a atacar a Globo? Tão logo a Globo tenha dedicado 40 minutos do seu JN para atacar Lula? Tão logo o STF tenha, por incríveis 10 votos – aceitado denúncia contra Eduardo Cunha, o chefe do impeachment? Tão logo tenham vazado as relações no mínimo suspeitas sobre FHC? Tão logo tenham surgido as acusações de roubo de merendas em São Paulo? Tão logo, tenham surgido – como há tempos surgem – provas e mais provas de que Aécio Neves está envolvido até o último fio de cabelo em falcatruas?
Tão logo tenham surgido provas e mais provas das falcatruas dos marinhos?
Tão logo próceres da eficiência, como a Gerdau, tenha sido motivo de ação da PF? E suas filhotas, como a RBS, no sul?
E por aí vai…
Eis a questão. A direita e sua mídia oligárquica PRECISAM acabar com o projeto da esquerda, nem que para isso precisem acabar com o país. Eles sobrevivem, como sempre sobreviveram. O resto continuará a ser explorado e que se dane!
Afinal, exploramos o Brasil há 500 anos, não será agora que isso vai mudar, pensam eles.
E se uma ditadura militar “não cai bem” nesse momento, façamos outra ditadura.
E vamos apontar metralhadoras para a cabeça de quem já disse que vai sozinho se preciso for.
Afinal, precisamos de capas, manchetes e mais um fim de semana inteiro de telejornais para vender…
A porteira foi aberta. E há um ditado que diz: por onde passa um boi, passa uma boiada.
Para os que não viveram uma ditadura, ou que não sabem o que é uma, cuidem-se. A história mostra que ditaduras não sabem diferenciar bois.
A menos que os que apoiam toda essa exceção pensem que são ovelhas e que, depois, estarão a salvo.
Bobinhos…
http://www.escosteguy.net/?p=5075

O sucesso e a inveja dos fracassados


Vamos deixar de hipocrisia.

No Brasil a coisa funciona assim:

o sujeito monta um negócio na base do vamos ver se vai dar certo, sem nenhum preparo, com capital mínimo, sem nenhuma pesquisa de mercado, passa um tempo, ele vê as dívidas se acumularem e é obrigado a fechar o objeto de seu "empreendedorismo".

Aí, culpa o governo, os impostos, a Dilma, o Lula, a chuva, o sol, o vento, a lula, pelo fracasso. 

Nunca a sua incompetência.
Ou então vê o filho, que estudou em caríssimas escolas particulares não conseguir entrar na USP, e fica sabendo que o filho do porteiro do prédio está estudando engenharia com uma bolsa do Fies ou entrou numa faculdade federal pelo Sisu.

Aí fica puto da vida porque tem de bancar o curso na UniEsquina, caríssimo.

E desconta no Lula, no PT, na Dilma, nunca no filhote que, em vez de estudar, só pensa em pegar as gatinhas, fumar maconha e ouvir sertanejo "universitário" nas baladas.

Agora, imagine o que se passa na cabeça dos plutocratas, dos ricaços, dos "capitães da indústria", das velhas raposas da política, dos "coronéis" deste Brasilzão afora.

Imagine o que eles sentem quando veem que um ex-metalúrgico fugido da miséria do Nordeste foi eleito, no voto, duas vezes presidente da República, é doutor honoris causa em uma porrada de universidades do mundo todo, ganhou sei lá quantos prêmios internacionais pelo seu trabalho social - e fez, em oito anos de governo, muito mais que todos os doutores que passaram pela presidência fizeram desde o tempo em que se amarrava cachorro com linguiça.

E, além de tudo, fala com essa gente de igual para igual, não abaixa a cabeça, não se humilha, e, ofensa das ofensas, gaba-se do que fez, tem orgulho de dizer que a sua vida é como um filme épico, desses que o cara vence a fome para ocupar o mais alto cargo de uma nação enorme como o Brasil.

Dói, não é?

Dói demais da conta.

http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2016/03/o-sucesso-e-inveja-dos-fracassados.html

quinta-feira, 3 de março de 2016

Torcedores que criticam Globo e Capez são espancados em São Paulo

O presidente e o primeiro-secretário da Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Corinthians, saíram feridos depois de uma emboscada realizada contra eles no estacionamento de um supermercado da zona oeste de São Paulo, na tarde desta quarta-feira (2).

 

Ambos tinham participado minutos antes de uma reunião com membros de outras torcidas organizadas no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, realizada pelo promotor Paulo Castilho, do Ministério Público do Estado de São Paulo. Foram chamados representantes de torcidas de quatro clubes paulistas. Torcedores de Corinthians, São Paulo e Palmeiras estavam presentes – santistas foram convidados, mas não apareceram.
O presidente da Gaviões, Rodrigo de Azevedo Lopes Fonseca, conhecido como Diguinho, e o primeiro-secretário Cristiano de Morais Souza, o Cris, saíram do encontro e, quando estavam perto do carro estacionado no supermercado, foram agredidos pelas costas com barras de ferro por pelo menos três pessoas encapuzadas que, segundo testemunhas, não trajavam uniformes de outras torcidas organizadas.
Cris perdeu vários dentes. Diguinho teve os dois braços quebrados. A Polícia Militar disse à imprensa que suspeita se tratar de um emboscada.
Nas redes sociais, a organizada evitou comentar o crime. A maior torcida do Corinthians tem sido alvo de reportagens da Rede Globo, depois da emissora ter sido criticada em faixas de protestos levadas pelos torcedores corintianos a estádios paulistas.
Outro alvo da organizada é Fernando Capez, deputado estadual pelo PSDB e envolvido no caso das merendas escolares no estado. Ele também é criticado pela torcida em faixas e cânticos entoados nos estádios.
Do Portal Vermelho, com agências

Grande Mídia e poder

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A Grande Mídia no Brasil noticia, julga e pune. Ajuda a fomentar um Estado de Exceção no país onde apenas três famílias de empresários comandam a opinião pública com seus eficientes maestros jornalísticos. São Frias, Marinhos e Civitas donos de pórticos golpistas como seus semanários e TV gentilmente fomentados e concedida pela sanguinária Ditadura.
No registro recente de Paulo Henrique Amorim, no excelente livro “O Quarto Poder”, há fatos que comprovam a relação promíscua histórica entre o Estado e essas empresas privadas de Comunicação no Brasil, tornando-as o que é hoje: um monopólio midiático que censura opiniões e disputa o poder.
Há casos esdrúxulos lembrados por Paulo, como o financiamento e fornecimento de benesses por parte do Regime Militar à empresa de Roberto Marinho – basta uma busca no Google para mais detalhes – para construção de uma rede televisiva que manipulasse a população durante terrível período que sucedeu 1964. E isso graças ao know-how do grupo americano Time Life e sua participação inconstitucional sempre duvidosa na emissora da ‘vênus platinada’.
Como diz Henrique Amorim, os empresários Civita e Marinho usavam Veja e TV Globo como braços fortes de disputas milionárias: aquisição de ações de empresas, muitas delas estatais, como a Petrobras. Quando se monopoliza a informação é fácil derrubar ou levantar o valor de empresas para interesses próprios como compra e revenda. E isso, como aponta o jornalista, sempre foi feito por aqui.
A formação desse “cartel noticioso” persiste até hoje, num jogo de poder onde o alvo agora é o ex-presidente Lula e um projeto de governo popular e democrático. Usam e abusam da Operação Lava-Jato como grande gerador de conteúdo golpista, sejam fatos verídicos ou não! Fatos e provas devem condenar e punir, sim, mas é preciso que existam realmente. Vazamentos ilegais e seletivos não podem pautar as estruturas de poder.
Quem não se recorda da capa mentirosa do semanário de menor credibilidade do país forjado pela Editora Abril na véspera das eleições de 2014 contra Lula e Dilma? Com um rito próprio e disposta a modificar a História mais uma vez (como no golpe militar), a Grande Mídia quer derrubar um governo democraticamente eleito fustigando o ódio e a mentira na população e garantir a instalação de um projeto de desmantelamento do Estado brasileiro, redução da democracia e excludente.
Olhar para esse cenário agudo nos pede resistência contra ataques de um cerco midiático antiético e luta política por pautas que apontem para a democratização da Comunicação. Seja pela regionalização, através do PL 1441/2015, de minha autoria, ou de tantas outras pautas que apontem para pluralidade de opiniões e informações, como a Lei de iniciativa popular apoiada pelo Barão de Itararé, Intervozes e outros.
Na segunda-feira (7), um grande ato em São Paulo contra a recente censura imposta pela TV Globo a blogs, sites independentes e midialivristas dará o tom dessa disputa. A narrativa não pode se render ao império da concentração de mídia. A ela interessa tudo, menos os interesses da população.
Por Jandira Feghali¹Médica e deputada federal (PCdoB/RJ)

Será que os americanos vivem numa realidade falsa criada por orquestração?


 
Por Paul Craig Roberts, via resistir

A maior parte das pessoas conscientes e capazes de pensar abandonaram os chamados "media de referência". Os presstitutos destruíram a sua própria credibilidade ao ajudarem Washington a mentir — "armas de destruição em massa de Saddam Hussein", "ogivas iranianas", "utilização de armas químicas por Assad", "invasão russa da Ucrânia" e assim por diante. Os media "de referência" também destruíram a sua credibilidade pela sua aceitação completa do que quer que seja que as autoridades digam acerca de alegados "eventos terroristas", tais como o11/Set e o Boston Marathon Bombing, ou de alegados tiroteios em massa tais como Sandy Hook e San Bernardino. Apesar de gritantes inconsistências, contradições e falhas de segurança que parecem demasiado improváveis para acreditar, os media "de referência" nunca questionam ou investigam. Eles simplesmente relatam como facto tudo o que dizem as autoridades .

Sinal de um estado totalitário ou autoritário é a existência de órgãos de comunicação que não sentem a responsabilidade de investigar e descobrir a verdade, que em vez disso aceitam o papel de propagandistas. Todos os media de Washington desde há muito estão em modo propaganda. Nos EUA a transformação de jornalistas em propagandistas foi completada com a concentração de meios de comunicação diversificados e independentes em seis mega-corporações que já não são dirigidas por jornalistas.

Em consequência, pessoas judiciosas e conscientes confiam cada vez mais nos media alternativos que questionam, organizam factos e apresentam análises ao invés de uma narrativa oficial inacreditável.

O primeiro exemplo é o 11/Set. Grande número de peritos destruíram a narrativa oficial que não tem evidências factuais que a suportem. Contudo, mesmo sem a evidência real apresentada por aqueles que dizem a verdade sobre o 11/Set, a narrativa oficial abandona-as. Querem que acreditemos que uns poucos árabes sauditas sem tecnologia além de canivetes e sem apoio do serviço de inteligência de qualquer governo foram capazes de iludir a maciça tecnologia de vigilância criada pela DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency) e pela NSA (National Security Agency) e efectuar o mais humilhante golpe a uma super-potência alguma vez dado na história humana. Além disso, eles foram capazes de fazer isto sem o presidente dos Estados Unidos, o Congresso dos EUA e os media "de referência" exigirem responsabilização por um fracasso tão total da alta tecnologia do estado para a segurança nacional. Ao invés de uma Casa Branca conduzir a investigação desta falha de segurança tão maciça, a Casa Branca resistiu durante mais de um ano a qualquer investigação que fosse até que finalmente cedeu aos pedidos das famílias do 11/Set que não podiam ser subornadas e concordou com uma Comissão do 11/Set.

A Comissão não investigou mas simplesmente sentou e escreveu a narrativa contada pelo governo. Posteriormente, o presidente da Comissão, o vice-presidente e a assessoria jurídica escreveram livros nos quais dizem que foi recusada informação à Comissão, que responsáveis do governo mentiram à Comissão e que a Comissão "foi estabelecida para falhar". Apesar de tudo isto, os presstitutos ainda repetem a propaganda oficial e por isso permanecem bastantes americanos crédulos para impedir a responsabilização.

Historiadores competentes sabem que acontecimentos forjados (false flag) são utilizados para fazerem frutificar agendas que não podem ser conseguidas de outro modo. O 11/Set deu aos neoconservadores que controlavam a administração George W. Bush o novo Pearl Harbor que consideravam necessário a fim de lançar suas invasões militares hegemónicas a países muçulmanos. O Boston Marathon Bombingpermitiu um experimento do Estado Policial Americano, completado com o encerramento de uma grande cidade americana, colocando 10 mil tropas armadas e equipes SWAT nas ruas onde estas efectuaram buscas domiciliares casa a casa forçando os moradores a saírem dos seus lares a ponta de bala. Esta operação sem precedentes foi justificada como sendo necessária a fim de localizar um jovem ferido de 19 anos, o qual era claramente um bode expiatório.

Há tantas coisas estranhas na narrativa de Sandy Hook que provocaram uma série de cépticos. Concordo em que há anomalias, mas não tenho tempo para estudar a questão e chegar à minha própria conclusão. O que tenho percebido é que não nos são dadas explicações muito boas quanto às anomalias. Por exemplo, neste vídeo feito a partir de noticiários da TV , o seu criador pretende que a pessoa do pai choroso que perdeu o seu filho é a mesma que está fardada como SWAT a seguir ao tiroteio em Sandy Hook. A pessoa é identificada como um actor conhecido. Agora, parece-me que isto é fácil testar. O pai choroso é conhecido, o actor é conhecido e as autoridades têm de saber quem é membro da equipe SWAT. Se estas três pessoas, que podem passar uma pela outra, puderem ser reunidas numa sala ao mesmo tempo podemos afastar a revelação afirmada neste vídeo. Entretanto, se as três pessoas separadas não puderem ser reunidas, então devemos perguntar porque este engano, o qual levanta questões sobre toda a narrativa. Pode assistir todo o vídeo ou apenas saltar para a marca dos 9:30 e observar o que parece ser a mesma pessoa em dois papeis diferentes.

Os media "de referência" têm as capacidade para fazerem estas investigações simples, mas não as fazem. Ao invés disso, os media ditos "de referência" chamam os cépticos de "teóricos da conspiração".

Há um livro do professor Jim Fetzer e Mike Paleck a dizer que Sandy Hook foi um ensaio do FEMA para promover o controle de armas e que ninguém teria morrido em Sandy Hook. O livro estava disponível na amazon.com mas subitamente foi proibido. Por que proibir um livro?

Aqui está um sítio para efectuar o descarregamento gratuito do livro: rense.com/general96/nobodydied.html . Não li o livro e não tenho opinião. Sei, entretanto, que o estado policial em que a América se está a tornar tem um interesse poderoso em desarmar o público. Hoje também ouvi uma notícia de que pessoas que dizem ser pais das crianças mortas estão a promover um processo contra o fabricante da arma, o que é coerente com a afirmação de Fetzer.

Aqui está uma entrevista com Jim Fetzer. Se a informação que Fetzer apresenta é correcta, é evidente que o governo dos EUA tem uma agenda autoritária e está a utilizar eventos orquestrados destinada a criar uma falsa realidade para os americanos a fim de alcançar esta agenda.

Parece-me que os factos de Fetzer podem ser facilmente verificados. Se os seus factos se mostrarem correctos, então exige-se uma investigação real. Se os seus factos não forem correctos, a narrativa oficial ganha credibilidade pois Fetzer é um dos cépticos mais acérrimos.

Fetzer não pode ser afastado como um tolo. Ele tem uma licenciatura magna cum laude da Universidade de Princeton, tem um Ph.D. da Universidade de Indiana e foi um eminente professor da Universidade de Minnesota até a sua aposentação em 2006. Ele teve bolsa da National Science Foundation e publicou mais de 100 artigos e 20 livros sobre filosofia da ciência e filosofia da ciência cognitiva. É um perito em inteligência artificial e ciência computacional e fundou a publicação internacional Minds and Machines. No fim da década de 1990, foi solicitado a organizar um simpósio sobre a filosofia da mente.

Para uma pessoa inteligente, as narrativas oficiais do assassínio do presidente Kennedy e do 11/Set são simplesmente não críveis, porque as narrativas oficiais não são coerentes com as evidências e com o que sabemos. A frustração de Fetzer com pessoas menos capazes e menos observadoras mostra-se progressivamente e isto funciona em seu desfavor.

Parece-me que se as autoridades por trás da narrativa oficial de Sandy Hook estão seguras da mesma, elas deveriam saltar diante da oportunidade de confrontar e desmentir os factos de Fetzer. Além disso, em algum lugar deve haver fotografias das crianças mortas mas, tal como o alegado grande número de gravações por câmaras de segurança de um avião a chocar-se com o Pentágono, ninguém as viu. Pelo menos ninguém que eu conheça.

O que me perturba é que ninguém entre as autoridades ou os media "de referência" tem qualquer interesse em verificar os factos. Ao invés disso, aqueles que levantam assuntos incómodos são descartados como teóricos da conspiração.

Esta incriminação é enigmática. A narrativa do governo do 11/Set é a de uma conspiração, tal como a narrativa do governo quanto ao Boston Marathon Bombing. Estas coisas acontecem por causa de conspirações. O que está em causa é: conspiração de quem? Sabemos, da Operação Gladio e da Operação Northwoods , que governos se empenharam em conspirações assassinas contra seus próprios cidadãos. Portanto, é um erro concluir que governos não se empenham em conspirações.

Ouve-se frequentemente a objecção de que se o 11/Set fosse um ataque forjado (false flag), alguém teria falado.

Por que teriam eles falado? Só aqueles que organizaram a conspiração saberiam. Por que iriam eles minar a sua própria conspiração?

Recordem William Binney . Ele desenvolveu o sistema de vigilância utilizado pela NSA. Quando verificou que este estava a ser utilizado contra o povo americano, ele falou. Mas não levou documentos com os quais provasse suas afirmações, o que o salvou de um processo mas não lhe deu provas para confirmar o afirmado. Eis porqueEdward Snowden levou os documentos consigo e divulgou-os. No entanto, muitos vêem Snowden como um espião que roubou segredos da segurança nacional, não como um denunciante a advertir-nos de que a Constituição que nos protege está a ser demolida.

Responsáveis de alto nível do governo contradisseram partes da narrativa oficial do 11/Set e a versão oficial que liga a invasão do Iraque ao 11/Set e a armas de destruição em massa. O secretário dos Transportes, Norman Mineta, contradisse o vice-presidente Cheney e a narrativa oficial da cronologia do 11/Set. O secretário do Tesouro Paul O'Neill disse que o derrube de Saddam Hussein foi o assunto da primeira reunião do gabinete na administração George W. Bush muito antes do 11/Set. Ele escreveu isso num livro e disse-o no programa 60 Minutes da CBS. A CNN e outras estações noticiosas relataram-no. Mas não houve efeito.

Os denunciantes pagam um alto preço. Muitos deles estão na prisão. Obama processou e aprisionou um número recorde deles. Uma vez que lançados à prisão, a questão passa a ser: "Quem acreditaria num criminoso?"

Em relação ao 11/Set, toda espécie de gente falou. Mais de 100 polícias, bombeiros e primeiros socorristas relataram ouvir e sentir um grande número de explosões na Torres Gémeas. O pessoal de manutenção informou ter sentido explosões maciças na sub-cave antes de o edifício ser atingido por um avião. Nenhum destes testemunhos teve qualquer efeito sobre as autoridades por trás da narrativa oficial ou sobre os presstitutos.

Há 2.300 arquitectos e engenheiros que escreveram ao Congresso requerendo uma investigação real. Ao invés de serem tratados com o respeito que 2.300 profissionais merecem, foram descartados como "teóricos da conspiração".

Um painel internacional de cientistas relatou a presença de nanotermita reagida e reagida incompletamente na poeira dos World Trade Centers. Eles ofereceram suas amostras a agências do governo e a cientistas para confirmação. Ninguém as tocou. A razão é clara. Hoje o financiamento da ciência está fortemente dependente do governo federal e de companhias privadas que têm contratos federais. Os cientistas entendem que falar acerca do 11/Set significa o término das suas carreiras.

O governo nos tem onde nos quer ter — impotentes e desinformados. A maior parte dos americanos é demasiado inculta para ser capaz de diferenciar entre um edifício ruir de um dano assimétrico e um que cai por explosão. Jornalistas "de referência" não podem questionar e investigar e manter seus empregos. Cientistas não podem falar e continuarem a ser financiados.

Contar a verdade foi relegado aos media alternativos da Internet onde eu apostaria que o governo activa sítios a proclamarem conspirações selvagens, cujo propósito é desacreditar todos os cépticos.
     
O original encontra-se em www.paulcraigroberts.org/...