quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Guerrilheira escarlate ultraja o augusto pendão nacional
Aconteceu. Bem diante dos incrédulos olhos de milhões de pessoas mundo afora, durante a dispendiosa cerimônia ( que assistíamos apenas na esperança de presenciar se, naquele momento, surgiria algum snipper patriota que empregasse seus talentos a serviço de uma causa mais do que justa, santa ) de transmissão do butim.
A profana cria dos laboratórios petistas, que atende por seu codinome búlgaro, cometeu uma das mais acintosas ofensas a um símbolo pátrio que os homens bons já tiveram que testemunhar: quando caminhava por uma das plataformas de concreto do Planalto, a despudorada diminuiu a passada, desviou à esquerda na direção de um soldado que empunhava uma bandeira do Brasil e, sem um pingo de vergonha, LIMPOU A BOCA no sagrado manto nacional!!!! A blasfema lustrou seus caninos sem que houvesse qualquer reação da parte das tropas!! Oras, nos bons tempos esse gesto seria respondido na ponta da baioneta! Esse não é um país sério mesmo! Até quando?
Difícil até de descrevê-la, a cena causou engulhos mesmo ao mais resistente estômago, mas não foi suficiente para que vozes indignadas se levantassem contra a ousadia da discípula de Messalina.
Este respeitado sítio noticioso acompanhou a atroz mídia lullista nos dias que se seguiram à cerimônia macabra, dando-lhes tempo suficiente para acusar o golpe e denunciar o crime de lesa-pátria.
Mas nada ocorreu. Alguns destes pseudo-jornalistas chegaram a ter a cara-de-pau de, em um coro préviamente ensaiado, dizer que aquela atitude fora uma mera “quebra de protocolo”. URGGH! Estes escribas certamente figuram na folha de pagamentos do mensalão, o que explica tal passividade e promiscuidade chapa-branca.
De modo que, mais uma vez, resta apenas este veículo de resistência, bravamente guiado pelo audaz Professor Hariovaldo, a denunciar e descortinar a escalada do marxismo ateu petista que ora conspurca nosso solo gentil.
Alvíssaras!
Dilma faz general ajoelhar no milho
Dilma manda chamar general e pede explicações sobre "fato histórico"
Gorila quis banalizar violações aos direitos humanos durante ditadura civil-militar
As manifestações do novo chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência, general José Elito Siqueira (na foto com Dilma), criaram mal-estar ontem, no Palácio do Planalto. A presidente Dilma Rousseff chamou Elito em seu gabinete na noite de ontem para pedir explicações. A informação é da Folha.
Em defesa da Xenofobia – “São Paulo para os Paulistas”*
Nos últimos dias foram vistas várias manifestações na internet insultando nordestinos, por parte de uma insignificante, mas barulhenta minoria. Esse fenômeno sectarista e xenofóbico parece ter eclodido das profundezas de nossa sociedade após a campanha eleitoral. Fui pesquisar e encontrei inclusive um movimento intitulado “São Paulo para os Paulistas” que possui até blog na internet. E diz o manifesto desse movimento:
WikiLeaks, CIA & Veja
Julian Assange entregou as provas do financiador ideológico-mor da revista Veja. Documentos a serem divulgados hoje, 04/01/2011, explicam a coincidência entre os interesses eleitorais de Álvaro Uribe, o exílio do padre colombiano Francisco Antonio Cadena Collazos, conhecido como Padre Olivério Medina, e a matéria da revista Veja acusando o PT de participação nas FARC.
Segundo matéria assinada pela correspondente daWikiLeaks no Brasil,Natália Viana, em 2005 a Colômbia pediu a extradição e a embaixada americana prontamente se aliou. Daí a razão pela qual a Veja e seus aliados no Congresso, fomentados pela CIA, pa$$aram ao ataque. O incentivo da CIA vem agora comprovado pelo esforço diplomático em benefício da política eleitoral de Uribe, aliado incondicional dos EUA.
No documento fica particularmente evidente o empenho da tríplice aliança, Álvaro Uribe, EUA e VEJA, quando o “ embaixador aconselha que o governo americano ajude a Colômbia a montar um argumento “o mais forte e mais detalhado possível contra Cadena”: “Associar isso com quaisquer novas informações ou inteligência que os serviços do governo colombiano ou americano possam obter sobre a história de Cadena nas ações militares das Farc também seria útil”. E a Veja cumpriu seu papel! Mandou e todos seus colonistas pa$$aram a tratar do tema diuturnamente.
Assim como as campanhas eleitorais são financiadas visando um benefício futuro, as matérias celulares (pré-pagas) da VEJA também escondem, ou revelam, que intere$$es escondem ou revelam…
Uma mão lava a outra
E as duas, a bunda. O assunto envolvendo o PT e as FARC voltou à tona nas eleições do ano passado. Como ficou provado em documento anterior vazado pela Wikileaks, houve dobradinha durante a campanha. Dobradinha servida pelo Índio da Costa que Serra engoliu sem mastigar. Ou, pelas provas de agora, saboreou. Para defender os interesses americanos o vice de José Serra trouxe a baila novamente o tema da ligação do PT com as FARC (e o TSE deu direito de resposta ao PT), e, com isso, a Chevron ganhou de Serra a promessa que, se eleito, mudaria as regras do Pré-sal em benefício das empresas americanas. Saiba mais sobre as relações do candidato José Serra com os interesses dos EUA, lendo: Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal.
PSDB, independência dependente
José Serra esteve “exilado” nos EUA, exatamente o país que apoiava a ditadura. Fernando Henrique foi financiado pela Fundação Ford com o único intuito de criar a doutrina segundo a qual o Brasil só seria independente se dependesse dos EUA. Uma independência tutelada…
Como se vê, nos tempos atuais urge uma WikiLeaks que trate da movimentação financeira entre a CIA e a VEJA. Seria a prova do que já sabemos!
By: Ficha Corrida
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Veja: má vontade e preconceito conduzem à cegueira
Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de “Balanço dos 8 anos de Lula”, conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.
Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se “de que país a Veja está falando?”. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular. Se isso se aplica a todas as “matérias” e artigos da dita retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título “Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo”. Ali, dentre outras raivosas adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se), o Governo Lula é apontado como “o mais corrupto da República”.
Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81? Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais), e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do “Engavetador-Geral da República”?
Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes de estatais (como os Correios e a Infraero). Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.
Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.
Peço a publicação.
Jorge Hage Sobrinho
Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União
By: O Mural
PMDB: O partido dividido que só pensa em multiplicar
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| O partido rachado que cobra unido o que não ofereceu |
PMDB- Partido Mais Dividido do Brasil
O PMDB é um partido que surgiu no início da década de 80, ainda durante o regime militar.
Antes das eleições o PMDB era a maior agremiação política do país, e detinha nada menos que nove governos estaduais, 91 cadeiras na Câmara dos Deputados, 17 no Senado, 1.201 prefeituras e cerca de 2 milhões de filiados.
O então presidente nacional do partido, Michel Temer foi indicado para compor a chapa que venceu as eleições presidenciais com Dilma Rousseff.
Já na primeira semana do novo governo os pemedebistas agitam o Congresso em busca de maior espaço na máquina governamental.
O partido é sui generis, pois não tem uma união é dividido e exige muito e cobra a participação no governo o preço da aliança com o PT, durante as eleições aconteceram casos em que o PMDB inclusive se coligou à oposição, como São Paulo, onde o ex-presidente estadual Orestes Quércia concorreu e depois renunciou a candidatura ao Senado na chapa do tucano Geraldo Alckmin apoiando Serra.
O PMDB teve candidatos próprios em 13 Estados: Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, Rio Grande do Sul e Tocantins.
Em seis, o partido teve como adversário direto um petista, indo na contramão da aliança nacional. Outro exemplo é o Rio Grande do Sul, onde o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça enfrentou nas urnas o petista Tarso Genro, ex-ministro da Justiça. Em outros seis Estados, o PMDB está coligado com siglas diferentes e também rivaliza com o PT.
O governador André Puccinelli (PMDB) conseguiu formar um arco de alianças com 15 partidos para concorrer a reeleição e apoiar o candidato Serra no Mato Grosso do Sul. Entre os partidos que caminharam juntos com ele, estavam o PSDB e o DEM.
A cúpula estadual do PMDB em Curitiba ao discutir a campanha de Dilma Rousseff no segundo turno no Paraná, o presidente do partido, deputado Waldyr Pugliesi, admitiu que a legenda estava dividida, e que a briga entre o governador Orlando Pessuti e o ex-governador Roberto Requião prejudica a unidade da sigla. “O PMDB não é o Requião, não é o Pessutão. O PMDB não tem dono, e isso vai ficar muito claro daqui para frente, mais claro do que já é”, afirmou Pugliesi.
Existiram outros casos de divisão do partido em todo o país durante as últimas eleições, dos 27 estados brasileiros o PMDB apoiou a chapa de Dilma e Temer em 14 estados, e fez oposição ou não apoiou abertamente em outros 13 mostrando como o partido é dividido, mas na hora de negociar cargos e funções no governo o partido é unido e só sabe fazer contas de multiplicar, o número de pretensas vagas no governo.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
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