segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Vídeo do Casoy tem 818 mil hits



Nunca tinha visto isso no You Tube.

E olha que lido com isso faz tempo.

Um dos vídeos do Boris Casoy zombando dos garis atingiu 700 mil internautas em dois dias.


Página do "vídeos sendo assistidos agora", por sugestão do leitor Rafael Silva.

Data Folha, estatistica ou progrma do Raul Gil?



O Datafolha, talvez para cobrir a escassez sw noticiário, produz hoje para a Folha de S. Paulo uma pesquisa que é um detalhado levantamento sobre o …nada. A pesquisa de credibilidade que mistura políticos, duplas sertanejas, candidatos à presidência, ministros religiosos, compositores, técnico de futebol, cantoras, apresentadores de televisão é um exemplo rematado de inutilidade. Serve, no máximo, como curiosidade.

Afinal, pedir às pessoas que dêem uma nota, de zero a dez, para uma lista de quase trinta pessoas parece, com todo o respeito, àquele programa de variedade do Raul Gil que pergunta ao entrevistado se tira ou não o chapéu para fulano ou sicrano.

Eu fico impressionado que um instituto de pesquisas que se propõe a ser sério, que reúne estatísticos, cientistas sociais e políticos movimente toda a sua máquina para produzir uma pesquisa absolutamente inútil.

O que têm a ver Ronaldinho com Hebe Camargo? Fausto Silva com Marina Silva? Xuxa com Ciro Gomes? Dunga com Edir Macedo?

Uma folhice.

Será que eu sou muito óbvio para pensar que seria muito mais informativa uma pesquisa, como ainda não fizeram, aliás, que perguntasse: Você votaria na Dilma Roussef ou em Ciro Gomes se o Presidente Lula dissesse que ela/ele é sua candidata/seu candidato?

Ou: você votaria em José Serra sendo ele candidato de oposição ao Governo Lula?

Quando se investe em fazer milhares de entrevistas perguntando abobrinhas e não para fazer as perguntas óbvias, como diria Leonel Brizola, algo há.

Fonte: blog O tijolaço

ELIANE CANTANHÊDE

No ano que vem tem mais BRASÍLIA -

Ok, o Brasil não tem tsunami, terremoto, furacão ou nevasca. Mas tem o flagelo da seca e a tragédia das chuvas que devastam e matam. A diferença é que a seca mata de geração em geração, lentamente, dia após dia, longe das redes de TV e da grande imprensa, enquanto as chuvas matam de repente, sorrateiramente, diante das câmeras, das fotos e dos repórteres. A seca do Nordeste empurra os filhos do Brasil para o Sul maravilha. E as chuvas no Sul maravilha fazem o Brasil inteiro chorar.

A virada de 2009 para 2010 no Brasil inunda as redes mundiais de notícias e confronta as realidades dos dois Brasis: o do esplendoroso espetáculo dos fogos do Réveillon em Copacabana e o que sucumbe à lama, à falta de planejamento e à ocupação irregular de encostas.

O contraste vai para as telas e para as páginas, alternando ora pessoas de todas as idades, felizes e em festa, ora as que choram a perda de filhos, mulheres, maridos, pais, mães, amores, não raro famílias inteiras. Ou que, simplesmente, perderam suas casas e todos os seus pertences sob a força da água.

Sem emprego e sem os dentes da frente, um homem ainda jovem olha para a câmera e declara, em choque: "Perdi tudo, até o que nem acabei de pagar". Ele teve sorte.
Há meia centena de mortos só no Rio, seja em bairros pobres, seja na paradisíaca Angra dos Reis, deixando como mártir da virada do ano a menininha Mariana, de três anos, que passou horas soterrada, foi retirada sob o uivo doído e comovente de um bombeiro e acabou morrendo no hospital.

Tragédias assim têm causas naturais, sim, mas têm também a enorme responsabilidade do poder público e o empurrão da imprevidência, da ganância ou da simples ignorância. E deixam um grito e um eco: prevenir, prevenir, prevenir. Porque, no que vem, tem mais.

PS - Onde estava Sérgio Cabral?
O candidato de fato à reeleição é o vice, Luiz Fernando Pezão?

elianec@uol.com.br

Onde está o JOSÉ SERRA?

Comentários de Paulo Henrique Amorim

No dia 8 de dezembro, quando caiu uma tromba d’água que alagou e matou em São Paulo, especialmente na Zona Leste, onde moram nordestinos pobres, Zé Alagão estava numa festa do Luciano Huck, no Hotel Unique em São Paulo.

Ontem, com a chuva que aumentou o drama da Zona Leste, alagada desde o dia 8 de dezembro; ontem, quando a cidade histórica de Paraitinga, em São Paulo, submergiu, cadê Serra, Eliane ?

Segundo as colonas (**) sociais, ele estava em Trancoso, na Bahia.

Provavelmente na casa de quem ?

Do Nizan ?

Do Caio T. (“T” de Tartufo) Costa ?

Ora, Eliane, ele é consistente.

Na casa do Luciano Huck.

Serra, como se sabe, foge.

O que ele disse, por exemplo, sobre a abertura da cratera do metrô, onde morreram sete pessoas ?

Nada.

(Esses comentários se devem a referência que Eliane fez à ausência do governado Sergio Cabral à cena da tragédia na Ilha Grande no Rio. Eliane poderia ter dito que quem, primeiro, cobrou a presença do Governador do Rio foi o Globo. E a Globo, como se sabe, tem um pequeno problema com qualquer governante do Rio que não seja o Carlos Lacerda e se recuse a jogar uma bomba de nêutron nas favelas. Eliane poderia ser, pelo menos, consistente.)

Postado por Oni Presente

Comentário do Aguinaldo: Onde estava José Serra quando das enchentes que paralizaram São Paulo 20 e poucos dias atrás? No COP 15. Fazendo o que eu não sei!!!

Judiciário tem responsabilidade pela corrupção, diz ministro do STF

O ministro Joaquim Barbosa, do STF, se revela descrente da política e deixa clara sua dificuldade para escolher bons candidatos quando votar nas eleições de 2010. Além disso, é um crítico feroz da Justiça: "O Judiciário tem parcela grande de responsabilidade pelo aumento da corrupção em nosso país", disse, em entrevista a Carolina Brígido, publicada na edição deste domingo do GLOBO.

- O Judiciário teria de ser reinventado - afirmou.

Joaquim Barbosa, há dois anos, ganhou notoriedade por relatar o processo do mensalão do PT e do governo Lula. Em 2009, convenceu os colegas a abrir processo contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para apurar se ele teve participação no mensalão do PSDB mineiro. Nesta entrevista, o ministro não quis comentar o mensalão do DEM, que estourou recentemente no governo de José Roberto Arruda, do Distrito Federal.

O GLOBO: O senhor é descrente da política?

JOAQUIM: Tal como é praticada no Brasil, sim. Porque a impunidade é hoje problema crucial do país. A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz.

O GLOBO: A quais instituições o senhor se se refere?

JOAQUIM: Falo especialmente dos órgãos cuja ação seria mais competente em termos de combate à corrupção, especialmente do Judiciário. A Polícia e o Ministério Público, não obstante as suas manifestas deficiências e os seus erros e defeitos pontuais, cumprem razoavelmente o seu papel. Porém, o Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões. Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado.

Confira a íntegra da entrevista no Globo Digital (conteúdo exclusivo para assinantes)

Postado por Glória Leite do blog Brasil, mostra tua cara

Charge On line do Bessinha

FGV: número de miseráveis no País cairá pela metade até 2015

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas afirmou neste domingo que nos próximos cinco anos, o Brasil deve reduzir o número de miseráveis pela metade e aumentar em 50% as classes A e B. Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, os dados levantados pelo diretor do Centro de Políticas Sociais da instituição, Marcelo Neri, informam que, em 2015, os pobres serão apenas 8% dos brasileiros, caindo para quase um quarto da proporção que vigorava em 1993, de 35%.Leia a seguir a matéria

Nos próximos cinco anos, o Brasil deve reduzir o número de miseráveis pela metade e aumentar em 50% as classes A e B. A projeção é de Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Conforme sua estimativa, no início de 2015, os pobres serão apenas 8% dos brasileiros, caindo para quase um quarto da proporção que vigorava em 1993, de 35%. Em pouco mais de duas décadas (1993-2005), um contingente de 51,6 milhões de brasileiros muito pobres, numa população de 147 milhões, será reduzido para 16,1 milhões, em 222 milhões - ou seja, uma queda de quase 70% em termos absolutos, mesmo levando-se em conta o aumento populacional.

A linha de pobreza utilizada por Neri corresponde a uma renda per capita familiar de R$ 137 na média do Brasil (a linha varia de acordo com a região). Nesse conceito, que representa uma linha de pobreza relativamente baixa (alguns consideram que seja uma linha de extrema pobreza), os pobres correspondem exatamente à classe E.

Neri diz que aquele é um cenário "auspicioso", ou de "otimismo condicionado à manutenção das políticas razoáveis aplicadas entre 2003 e 2008". Mas não julga a projeção nem um pouco improvável. Na verdade, baseia-se na hipótese de que a fase que ele chama de "era de ouro" dos avanços sociais no Brasil, de 2003 a 2008 (ou de 2001 a 2008, quando se toma a desigualdade) prolongue-se por mais cinco anos, depois de um momento de estagnação em 2009, em função da crise global.

Entre 2003 e 2008, 32 milhões de brasileiros ascenderam às classes A, B e C, e 19,3 milhões saíram da pobreza, provocando uma redução de 43% na proporção de pobres. O consumo popular cresceu e fortaleceu o mercado interno.

Simultaneamente, ele supõe que a queda da desigualdade verificada de 2001 a 2008 prossiga até 2015, levando os índices brasileiros para o nível atual do Espírito Santo. Com base na Pnad de 2008, o índice de Gini da renda familiar per capita do Brasil em 2008 era de 0,5486, comparado a 0,518 do Espírito Santo. Em 2003, o Gini brasileiro era de 0,583. O Gini é um indicador de desigualdade que varia de zero a 1, e indica piores distribuições à medida que vai aumentando.

Classe média

As projeções apontam uma profunda mudança no perfil social do Brasil, que caminharia para se tornar um país de classe média. Se à classe E for acrescentada a classe D, que também está próxima à pobreza, chega-se a uma proporção da população de 40% em 2008, que deve cair para 28% no início de 2015. Já a classe C, correspondente à classe média popular, cresce de 49% para 56,5%, tornando-a a maioria absoluta do população. As classes A e B, finalmente, sobem de 10,5% para 15,7%. Assim, a classe média como um todo, que hoje já corresponde a pouco mais de 60%, incluindo-se a classe C, sobe para 72%.

Neri se apoia em algumas evidências de que a melhora social brasileira no período 2003-2008 tem fundamentos sólidos. Ele nota que, nesse período, enquanto a renda média de todas as fontes cresceu em média 5,26%, a renda do trabalho teve uma expansão anual de 5,13%.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Frase do dia. Essa se encaixa perfeitamente nas matérias de hoje

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma." (Joseph Pulitzer)

Desculpas aos visitantes do blog

Hoje fiz questão de postar só matéria a respeito da atitude preconceituosa deste "ancora" da BAN (dida).Boris Casoy representa o modelo de jornalista querido, preferido e admirado pelo patronato da mídia mercantilista brasileira. Ele nela se encaixa como uma luva perfeita. Este porta-voz midiático tem todos os requesitos exigidos pela banda fascista da sociedade brasileira.

Ele materializa com muita competência em jeito, trejeitos, por dentro e por fora, a falsa moral e toda a hipocrisia de uma classe preconceituosa, escravagista, apátrida e antinacional. Representa a banda podre do jornalismo, vem de longe, desde os tempos da UDN (União Democrática Nacional) partido golpista. Nesse tempo já desempenhava com devotado fervor o papel de grande vassalo de políticos, cuja qualidade maior era incentivar o golpe civil-militar de 1964. Portanto, tem muita tradição.

Os garis, gente brasileira simples e honesta, medalhistas anônimos da maratona do trabalho insalubre das "olimpíadas" de todos os dias. Esta gente tinha todo o direito de nada dizer para uma sociedade que tanto os humilha. E se assim eles fizessem seria natural e perfeitamente compreendidos. Mas, eles mostrando bondade, dignidade, respeito e desprendimento, mandaram uma mensagem positiva para todos, sem qualquer preconceito.

Mas o jagunço midiático, vanguarda dos modernos coroneis da mídia, pensava que estava fora do ar e fez o comentário. Esse gabiru do jornalismo, na ansiedade incontida para despejar o veneno cometeu um ato falho. Assim, ocorreu uma raridade, pela primeira vez, ele foi realmente sincero, no ar!!.

E ele é classificado como âncora,mais uma prova de falsa idéia da tal isenção da mídia.

Por: Aguinaldo Munhoz

Borys pede desculpa mas não convence

O apresentador Boris Casoy pediu desculpas meia boca aos telespectadores durante o Jornal da Band nesta sexta-feira (1), comentando um vídeo que vazou na internet e que mostra Casoy ridicularizando a participação de dois garis no jornal da Band, desejando feliz ano novo.

"Ontem durante o programa eu disse uma frase infeliz que ofendeu os garis. Peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores", afirmou Boris Casoy em um breve comentário.

No vídeo, veja aqui, nesta sexta-feira (1), após a participação de dois garis desejando votos de feliz ano novo, é possível ouvir as frases de Boris Casoy dizendo: "que merda... dois lixeiros desejando felicidades do alto de suas vassouras" e "dois lixeiros, o mais baixo da escala do trabalho".

"Foi um erro. Vazou, era intervalo e supostamente os microfones estavam desligados", disse Boris Casoy, para a Folha...Email do Casoy, bcasoy@band.com.br e do Joelmir Beting jbeting@band.com.br.


Nota do Aguinaldo; O pedido de desculpa teve a profundida de umm pires.

Charge on line do Bessinha



Esse é o Boris:Em 1968, em reportagem sobre líderes estudantis, a revista O Cruzeiro acusou-o de ter participado do grupo CCC (Comando de Caça aos Comunistas), que combatia comunistas durante as décadas de 1960 e 1970.Aqui da Wikipédia

Carreira do Boris Casoy no governo

Em 1968, foi nomeado Secretário de Imprensa de Herbert Levy, Secretário de Agricultura do governo Abreu Sodré, em São Paulo, permanecendo no cargo em 1969 com a mudança do titular da pasta.

Em 1970, foi assessor de imprensa de Luís Fernando Cirne Lima, Ministro de Agricultura do governo Médici.

Em 1971 e 1972, foi secretário de imprensa do prefeito de São Paulo, José Carlos Figueiredo Ferraz.

Fonte: blog Brasil, mostra tua cara