domingo, 17 de outubro de 2010

Educassäo em Çäo Paulo

sem comentários.....

O atraso tem nome: José Serra



Quem ganha se José Serra vencer a eleição
- Ruralistas
- Ex-torturadores
- Torturadores
- Donos de iates, mansões, apartamentos na Vila Nova Conceição, Jardins e outros bairros onde o metro quadrado custa pelo menos R$ 7 mil
- Donos de BMW, Mercedes-Benz, Audi, Jaguar, Lamborghini, Ferrari e carros que custam pelo menos três vezes uma moradia do Minha Casa, Minha Vida.
- Lavadores de dinheiro
- Dono (a)s de butiques de luxo
- Fascistas, nazistas, extremistas de direita em geral
- Fundamentalistas religiosos
- Opus Dei
- Editoras Abril, Folha, Estado, Globo e uma dezena de outras menores, mas nem por isso, melhores
- Rede Globo de Televisão
- Artistas da Globo
- Regina "ai que medo!" Duarte
- Grandes sonegadores (para os pequenos haverá a substituição tributária)
- Jornalistas de aluguel (ou de resultados)
- Políticos do baixíssimo clero
- César Maia, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio Neto, Marco Maciel, Mão Santa, Heráclito Fortes
- Soninha Francine
- Todos os que hoje não se conformam em ver os aeroportos, shopping centers, hotéis e restaurantes lotados; o desemprego em baixa (o que será de minha empregada doméstica?); o crédito para carros e casas farto (quem vai comprar meu carro usado?); negros na faculdade (onde já se viu?!); pobres virando classe média (que horror!); escolas com banda larga; a democracia dando os primeiros passos rumo a uma adolescência feliz.
Quem perde se José Serra vencer a eleição
- Um país chamado Brasil.
Crônicas do Motta

Se o país voltar ao atraso, ajoelhe no milho

Ore

Quando Serra privatizar tudo
Reze
Quando Serra arrochar os salários
Pregue
Quando 700 mil estudantes perderem o ProUni
Rogue
Quando o pré-sal for aberto ao capital estrangeiro
Orem
Quando a saúde for terceirizada no país, como foi em São Paulo
Rezem
Quando Serra gerar empregos lá fora, em outros países
Preguem
Quando os professores sofrerem novas agressões
Roguem
Quando mais uma vez as aposentadorias forem proteladas
Orai
Quando os movimentos sociais forem reprímidos
Rezai
Quando os sindicatos forem extinguidos
Pregai
Quando os nordestinos forem discriminados
Rogai
Quando Serra vender o país de novo
Que você acreditou em boataria
E por fim,
Peçam desculpas a todos os Santos e Credos
Por não entender o que está em jogo nestas eleições
Que não são questões religiosas, e sim modelos diferentes de governar
Que você não observou que Serra não fala de propostas e planos de governos
E por não saber o que está em jogo nestas eleições
De um lado, quem tirou o país do marasmo, da estagnação econômica, que está tirando da pobreza, que criou programas sociais, promoveu a mobilidade das classes sociais, que levou o país ao futuro e ao rumo certo, o goveno de Lula/Dilma e o outro lado, os que querem voltar, o estilo do governo do passado que levou o país a quebrar três vezes, da falta de políticas públicas e programas sociais, da dependência do FMI, das privatizações, do atraso de FHC/Serra
E que te perdõem por não saber a diferença do que é um governo progressista, nacionalista e voltado as causas populares, de um governo repressor, entreguista, anti-popular e que defende só as elites.

E agora, (pastor "Mala") Faia?

Sou Evangélico. Mais que isso: sou luterano.
Não concordo com muitas das posições que a Igreja na qual estou desde o dia 4 de dezembro de 1958 defende. Não concordo com a postura fascista de alguns de seus membros, como por exemplo um certo deputado de Demo do RS (Onix Lorenzoni).
Mas entedno que na parte espiritual, a minha Igreja tem tentado se manter apegada aos três pilares defendidos por Lutero: Só a Graça. Só a Escrita (Bíblia). Só a Fé.
Pois bem!
Eu me questiono acerca da peremptória visão de 'donos da verdade' que alguns pastores ditos evangélicos e de alguns padres supostamente católicos usam para interpretar o mundo, julgar as pessoas e definir o que é, na visão deles, a verdade da fé.
Está na hora destas figuras patéticas como o tal do Malafaia e um bando de padres repensarem os seus conceitos, avaliarem o que dizem - porque estão caindo no ridículo.
Neste sentido é de todo pertinente a observação do André Vargas ao tuitar dizendo: "Pela matéria o Aborto da esposa do SERRA foi uma decisão do casal e não por problemas de saúde."
À justificativa de uma eventual 'vulnerabilidade' como justificativa, cabe colocar a opinião da psicóloga Sandra Fernandes que enfatiza: 'toda mulher (ou casal) que recorre ao aborto o faz numa situação de vulnerabilidade'.
Gostaria muito de escutar aquele padre ridículo que falou aquele monte de asneiras contra a Dilma ter agora a dignidade de vir a público e dizer: errei, sou humano, sou um imbecil e errei.
Onde está aquelçe perverso padreco lá da Paraíba que se vangloria de ser anti-petista porque o PT (e os petistas) são contra a vida?
Esta também deveria ser a atitude do Malafaia, mero mercador da fé, e que precisa se posicionar sobre este assunto. Ou então que vá pros quintos dos infernos com sua falta de caráter.
By: Terror do Nordeste, via com textolivre

O aborto e o casal Monica e José Serra

Enquanto a senhora Monica age dessa maneira (hipócrita, duplamente mentirosa, vulgar, narcísica, ególatra e fascista), a campanha do seu esposo – senhor José Serra – contrata um serviço de telemarketing para difundir que a candidata Dilma Rousseff, uma vez eleita, legalizaria o aborto em nosso país.

- por Alipio Freire, jornalista, no blog do Altamiro Borges

Até este momento, nenhum de vocês me viu escrever sobre o aborto que teria feito a senhora Monica Serra.

Antes de tudo, porque considero que a privacidade das pessoas deve ser respeitada e preservada – princípio que aprendi ainda em criança, em minha casa, com os meus pais, e que os anos de militância e de vida, apenas reforçaram e consolidaram, dando-lhe contornos políticos mais claros e precisos.

Aprendi que transformar a privacidade das pessoas em espetáculo público é uma prática fascista, como é igualmente fascista todo ato de despolitizar e desqualificar o debate político (política = luta de classes, segmentos e grupos sociais em defesa dos seus interesses), substituindo esse debate pela discussão da privacidade e intimidade dos indivíduos [*].

Como muito bem afirma o filósofo Jean-Paul Sartre sobre a questão da tortura, penso igualmente a respeito do fascismo: "Não são os fascistas que produzem os fascismo. São as práticas fascistas que produzem homens e mulheres fascistas".

Sou intolerante com esse tipo de assunto.

E creio que devamos ser todos.

Com as últimas informações, ficou claro para mim que a única responsável por haver transformado em espetáculo público sua intimidade (aborto realizado aos quatro meses de gravidez) foi a própria senhora Monica Serra, esposa do candidato à Presidência da República, senhor José Serra, que o fez publicamente para suas alunas, e em diversas aulas e ocasiões. A mesma senhora que, em campanha pela eleição do seu esposo, afirmou que a candidata à Presidência Dilma Rousseff “vai matar as criancinhas”.

A auto-exposição pública, além de todas as mazelas já apontadas neste texto, ainda carrega as virtudes do narcisismo e da egolatria.

Enquanto a senhora Monica age dessa maneira (hipócrita, duplamente mentirosa, vulgar, narcísica, ególatra e fascista), a campanha do seu esposo – senhor José Serra – contrata um serviço de telemarketing para difundir que a candidata Dilma Rousseff, uma vez eleita, legalizaria o aborto em nosso país.

De acordo com o jornal “Correio Braziliense”, os telefonemas são dados por funcionárias mulheres do telemarketing, acrescentando: “Elas ligam em horário comercial no telefone fixo e procuram saber se há eleitor de Marina Silva (PV) na residência. Caso haja, as atendentes insistem na tecla de que a petista é a favor do aborto e que ela hoje se diz contrária apenas para ludibriar o eleitor”.

Por essas e outras, organizei alguns materiais que recebi de diversas fontes acerca do assunto, e que lhes repasso no pé desta mensagem e em arquivo.

Há uns dois dias, a candidata Dilma Rousseff assinou um documento público, no qual afirma que, durante sua gestão, a questão do aborto permanecerá tal qual está definida legalmente hoje.

Ainda que defensor da descriminalização do aborto e entender que esta é uma questão de políticas públicas – de Saúde e de Direitos Humanos – sinto-me na obrigação (ética e política) de declarar que concordo com este gesto da candidata Dilma Rousseff: a descriminalização do aborto é um assunto por demais sério e a quantidade de preconceitos que envolve (e que vêm sendo explorados calhordamente e de forma crapulosa nestas eleições pelo candidato José Serra, sua família e a frente DEM-Tucanos que ele representa), e que a atual correlação de forças impede qualquer avanço nessa direção. Depois de toda essa campanha, orquestrada pelo que há de mais podre em nossa sociedade, garantir os pequenos avanços conquistados a esse respeito, já é uma vitória.

Aos que ficam indignados com esta decisão da candidata Dilma Rousseff, chamo a atenção para quatro aspectos da questão:

Primeiro: a luta de classes (o fazer política) não se limita aos processos eleitorais – as eleições são um importante momento da política, mas não resumem ou substituem todas as manifestações do fazer político. Mais que as eleições, é a capacidade de mobilização e organização dos trabalhadores e dos demais explorados e oprimidos, quem tem a maior possibilidade de mudar a correlação de forças na sociedade, em favor dos interesses da maioria.

Segundo: hoje, derrotar a aliança DEM-Tucanos é mais importante do que discutir a questão do aborto, uma vez que a derrota das forças que apóiam o candidato José Serra deve ser, neste momento, nestas eleições, a questão prioritária, a questão principal. Desta derrota, depende a possibilidade de avançarmos em várias questões (pontuais ou não), inclusive aquelas relativas às diversas políticas públicas.

Terceiro: os rumos mais à esquerda ou à direita de qualquer governo dependerão sempre da nossa capacidade de pressão, da nossa capacidade de sermos sujeitos políticos: e só o somos, coletivamente. Ou seja, somente organizados somos um sujeito político capaz de enfrentar adversários e inimigos – o resto será sempre radicalismo-de-gogó, radicalidade inconseqüente. Necessitamos ser o suficientemente fortes em termos de organização e capacidade de mobilização, para empurrarmos os poderes da República na direção do atendimento dos nossos interesses.

Por exemplo: se cercássemos a sede do Supremo Tribunal Federal – STF, no momento de votações de assuntos substantivos para os nossos interesses, dificilmente os bípedes togados que ali decidem sobre destinos do país se sentiriam à vontade para agir como agem. Se cercássemos com milhões de pessoas o STJ, dificilmente personagens como o doutor Gilmar Mendes estariam compondo essa importante instância de poder. Sairiam de lá enxotados e sob nossas vaias. O mesmo serve para o Congresso.

Quarto: enquanto prosseguirmos esperando que os nossos representantes que compõem esses poderes (por melhores e honestos que sejam) sejam capazes sozinhos de responderem às nossas reivindicações e exigências, ou colheremos derrotas, ou os estimularemos a alianças por nós indesejadas, e mesmo a graves práticas não republicanas, como o suborno, a compra de votos, os desvios de dinheiros públicos, as chantagens dos dossiês e a toda essas práticas que negamos, que execramos e que devemos continuar a execrar.

Por fim, com esta minha mensagem e o material que segue espero ter contribuído para colocarmos a discussão do assunto aborto no seu mais adequado rumo, fugindo pelo menos da armadilha fascista que a santa aliança DEM-Tucanos propõem a todos nós.

Mais ainda, espero que, se vier a ser lida por dirigentes do Partido dos Trabalhadores, companheiros com responsabilidades no atual governo e/ou coordenadores da campanha da candidata Dilma Rousseff, inspire medidas política e/ou legais sobre o problema do telemarketing, e outras barbaridades que vêm sendo cometidas.

[*] A esse respeito, sugiro a leitura de “A honra perdida de Katharina Blum”, do escritor alemão Heinrich Böll, ou assistam o filme “A honra perdida de uma mulher”, do diretor Volker Schlöndorff (baseado no livro de Böll). Leiam e/ou assistam o filme, e insistam para que os seus filhos e outros jovens também leiam e/ou assistam o filme.
copiado do blog do André Lux

A blitz na gráfica do capeta usada pela igreja para imprimir baixarias contra Dilma

A campanha da igreja

Demotucanos usam recursos públicos em campanha anti-Dilma. Cadê Dna. Curô?

E ainda há idiota, como o sabujo Josias de Souza, que diz que a questão de religião e do aborto foi inútil para o debate eleitoral, que essas questões não tiraram votos de Dilma.Claro que tiraram e muito.Semana passada viajei ao interior do estado e fiquei sabendo que muita gente deixou de votar em Dilma por conta do aborto.O número de eleitor que deixou de votar em Dilma daria para eleger um prefeito de uma cidade de porte médio, agora multiplique tudo isso pelo Brasil afora.Em relação a esta matéria, é lamentável que a campanha de Serra use recursos públicos para denegrir a imagem de uma pessoa de bem.
Gráfica diz ter recebido encomenda de bispo para imprimir 20 milhões de panfletos anti-Dilma
Uma gráfica no bairro do Cambuci, região sudeste da capital paulista, estava imprimindo, na manhã deste sábado, panfletos com um texto de um braço da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) contra o PT e a presidenciável Dilma Rousseff.
Os papéis são idênticos aos distribuídos em Aparecida (SP) e Contagem (MG) no feriado do último dia 12, durante missas em homenagem ao Dia de Nossa Senhora Aparecida. Eles fazem um "apelo" para que os eleitores não votem em quem é a favor da descriminalização do aborto.
O documento é assinado pelos bispos da Regional Sul I da CNBB, responsável pelo Estado de SP. No entanto, isso não significa, necessariamente, que os panfletos tenham sido impressos a pedido da igreja.
Trata-se do mesmo panfleto que já havia circulado entre fiéis durante o primeiro turno e no dia das eleições.
A gráfica foi descoberta pelo diretório estadual do PT. O deputado estadual Adriano Diogo (PT) chamou a Polícia Federal para verificar quem encomendou os panfletos. Os policiais ainda não chegaram à gráfica Pana.
Funcionários tentam fechar a gráfica. Os responsáveis pela gráfica, Paulo e Alexandre Ogawa, não estão no local. A Folha ainda não conseguiu contato com eles.
A Regional Sul I da CNBB é presidida pelo bispo de Santo André (SP), dom Nelson Westrupp. O conteúdo do panfleto também está publicado no site da regional da CNBB.
A posição dos candidatos a presidente em relação ao aborto virou um dos temas principais da campanha, pautando debates entre Dilma e José Serra (PSDB) e os programas de TV dos candidatos.
O panfleto, datado de 26 de agosto, diz que Lula e Dilma assinaram o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, "no qual se reafirmou a descriminalização do aborto".
A defesa da legalização é chamada de "política antinatalista de controle populacional, desumana, antissocial e contrária ao verdadeiro progresso do país".
O texto afirma ainda que, no mesmo congresso em que deu "apoio incondicional" ao plano, o PT aclamou Dilma como candidata.
Ao fim, o panfleto recomenda que os brasileiros "deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto".
A CNBB divulgou uma nota oficial, em 16 de setembro, quando os primeiros panfletos foram distribuídos, afirmando que somente sua Assembleia Geral pode falar em nome da entidade.
No último dia 8, a nota foi reiterada, em que "desautoriza qualquer decisão contrária à da Assembleia Geral, que não vetou candidatos ou partidos".
By: Terror do Nordeste, via com textolivre