sábado, 2 de outubro de 2010

Só a política melhora uma nação

Engajamento político é exercício da cidadania e da democracia. Mais do que um direito, tomar partido, fazer opções políticas e defendê-las é um dever, ainda que facultativo. Apesar disso, é freqüente que aquele que assume as suas opções políticas e as defende com clareza seja acusado de ter interesses pessoais ou até escusos.
Pregar imparcialidade política é um esforço alienante de setores da sociedade que sempre foram favorecidos pela anestesia cívica. É uma mentalidade alimentada pelos que prescindem do Estado porque podem pagar por saúde, educação, segurança, entre outros serviços aos quais as massas só têm acesso quando providos por esse mesmo Estado.
Você passou a vida ouvindo que “os políticos são todos iguais”. Quem professa crença na política como forma de melhorar o país e a própria vida, na melhor das hipóteses sofre acusação de “ingenuidade”.
Os que não precisam do Estado não querem que as pessoas contem com ele, por mais que dele precisem. Afinal, para funcionar o Estado precisa de dinheiro, ou seja, tem que cobrar impostos, e os mais ricos sempre fogem de ser chamados a contribuir.
Contudo, ao contrário do que uma das elites que mais concentra renda no mundo – a elite étnico-regional que infesta este país – difunde através da sua máquina de embotar mentes – a mídia –, a política é a única esperança que a anomalamente alargada base da pirâmide social brasileira tem de melhorar de vida.
Desonesto é aquele que se diz “isento” em política como se essa fosse uma postura decente. É como se entre a escolha de passar fome e de não passar o sujeito devesse se manter “imparcial”.
Esta discussão está sendo proposta ao Brasil nesta campanha eleitoral, por mais que os mentirosos que se dizem isentos tentem impedir que prospere. Este cidadão, portanto, tem lado na disputa política, pois, apesar de estar entre a classe social que prescinde do Estado, acredita que um povo despolitizado e um Estado fraco levarão este país a uma guerra civil.
Sou eleitor de Dilma Rousseff e defendo que você, eleitor, também vote nela. Jamais serei isento em política. E anote bem o que direi: sempre que você ler ou escutar alguém dizendo que não tem lado, que é isento, imparcial e outras baboseiras, tenha certeza de que está diante de um idiota ou de um mentiroso.
Eduardo Guimarães

A entrevista do Lula que o JN não vai dar








By: abundaCanalha

Votos contados; políticos cantam

No domingo e segunda-feira próximos haverá muito político fazendo coro ao grande Dicró.

com textolivre

O golpe no Equador na visão da mídia brasileira

Colaborou o leitor Germano, de Campinas


A vagabundagem da imprensa brasileira extrapola fronteiras.

Amante da ditadura militar que torturou, mutilou e matou milhares de pessoas no Brasil, a grande mídia, que deu apoio ao golpe de 64, e que nos editoriais elogiava o governo de exceção, continua com o mesmo pensamento de antes. O golpe para a chamada "grande" imprensa no Brail, não é um problema. Desde que ele seja perpetrado pela direita contra um governo eleito pelo povo, e de esquerda.

Temos muito a aprender com a tentativa de golpe no Equador. A primeira coisa é perceber que os aríetes foram meros policiais.  Mas os mentores foram outros, muito mais poderosos. 

Exatamente igual se pretende no Brasil. Claro que seguramente por aqui os milicos não irão para a rua reivindicar seu poder, abertamente. A mídia e os poderosos contrariados por 8 anos de governo popular são muito mais sutís. Primeiro, criam um "clima" favorável (como no Equador). Depois, mostram que somente retirando o governo eleito pelo povo ignorante, é que o país melhorará.

E a retirada não precisa se dar sequer, pela força. Ela poderá ser pacífica e apoiada mesmo pelo povo, que já terá sido previamente "conscientizado" da necessidade.

O fora Collor não nos deixa mentir. 

Independente de se gostar ou não do Collor (eu não gosto), urge verificar que juridicamente falando, tudo aquilo foi um grande circo armado para ganhar apoio popular, por algo que já havia sido decidido nos bastidores. Collor havia pisado nos calos errados. E por isso, tinha que sair.

Afinal, o bicho chamado ser humano pouco se lixa para a tal democracia. Se a ditadura lhe favorecer, ele apoiará. Essa mídia fuleira que infesta nossas leituras matinais realmente não se importa com a democracia. Ela se importa com um governo que lhe garanta lucros. Para ela, e para seus amigos e clientes.

Mostra incontestável está nas manchetes de nossos diários. Praticamente nenhum chamou a tentativa de golpe contra o Presidente eleito pelo povo do Equador, de golpe.

Eram meros "protestos".

Ora, protestos vimos por aqui, esses dias, com a greve dos bancários. Protestos vemos nas passeatas pelos direitos das minorias. A tentativa de derrubada de um governo, para o Estadão, por exemplo, nada de maior significa. É só um protesto, mesmo.

A imprensa internacional chamou o ocorrido como deveria. Até mesmo os veículos conservadores.
Todo mundo disse que era golpe.



Na visão da imprensa vassala do Brasil, se fosse uma tentativa de tirar a direita do poder, se justificaria inclusive, o paredão aos golpistas. Com fuzilamento, naturalmente.

Nada além disso, importa.

Essa é a democracia brasileira, preconizada por nossas pseudo elites.

Vergonhosa.
anais politicos

O fracasso da tentativa de golpe no Equador


Emir Sader: “Marina é a falência do movimento ecológico brasileiro”

Emir Sader:

por Conceição Lemes

Pesquisa divulgada pelo Datafolha na terça-feira, 28, colocou em cheque, de novo,  a credibilidade do instituto, que já andava baixa.  Dizia que Dilma Rousseff (PT) caíra três pontos percentuais em relação ao levantamento realizado na semana anterior, quando tinha 49%. O candidato José Serra (PSDB) teria mantido 28% e Marina Silva (PV), subido de 13% para 14%.
“Enquanto as pesquisas em geral dão 10% de vantagem para Dilma em relação à soma dos outros candidatos, o Datafolha deu 4%. Enquanto o Datafolha cogita o segundo turno, Sensus, Vox Populi e Ibope continuam jurando que vai dar Dilma no primeiro turno”,  disse, em entrevista ao Viomundo, o sociólogo-político Emir Sader. “O mínimo que se pode dizer é que, na margem de erro, está havendo manipulação.”
Ao ser indagado sobre o que faremos até a reta final da campanha, Emir brincou: “Lexotan”. Depois, falando sério, afirmou: “Quem está empenhado num candidato, intensificar o trabalho. Mas, sobretudo, tentar desmentir os boatos, as falsidades que andam espalhando por aí”.
Eis a segunda parte da entrevista que nos concedeu.

Por que a atitude política do PSDB está sendo chamada de “neo-udenismo”?


União Democrática Nacional foi fundada em 1945, reunindo opositores de Getúlio vargas. Era um partido essencialmente paulista, formado por profissionais liberais e fazendeiros. Não tinha um projeto político claro e o que lhe dava força interna, ou seja, garantia sua união, era, basicamente, o discurso moralizante com matizes de indignação. 
A UDN via fantasmas por todo lado. Também se caracterizava pelo percurso na direção da direita, partindo de uma centro-esquerda teorizante, sem vínculo com as massas ou com os trabalhadores. Por exemplo: depois de ser a principal voz na defesa da criação da Petrobrás, nos anos 50, se tornou uma privativista feroz. Sua principal marca era o denuncismo exacerbado. Se algumas de suas denúncias eram corretas, a maioria, ao contrário, era de uma manipulação óbvia. 
O líder do partido, Carlos Lacerda, era exatamente isso: um sujeito com compromissos iniciais à esquerda que se converteu num denuncista feroz de fantasmas e vazios. Um grande manipulador. Essa prática do denuncismo estava baseada no controle dos principais grupos de comunicação de então. O movimento era produzir uma bombardeio incessante, com denúncias diárias, com o objetivo de criar um clima de exacerbação na opinião pública. Com isso, pretendia criar alianças com a sociedade civil, particularmente com juristas, de forma a legitimar o golpe tangente.

Como a Folha ouviu o telefonema Serra/Gilmar

“Meu presidente !”

É do conhecimento do mundo mineral que a repórter Catia Seabra deu o drible da vaca no Serra.
Um passarinho pousou na janela lá de casa e descreveu a cena.
Catia foi cobrir um trepidante encontro de José Serra com três eleitores paulistanos.
Um comício serrista típico!
Tinha a companhia do fotógrafo Moacyr Lopes Junior.
Catia ouviu Serra dizer “meu presidente!”
Sentiu que o Enola Gay tinha acabado de despejar a bomba atômica.
Piscou o olho para o Moacyr e se afastou ostensivamente.
O que deve ter tranquilizado o Zé Baixaria, no ato de praticar uma baixaria.
E Moacyr, sorrateiramente, colocou-se bem atrás do Serra.
Moacyr ouviu tudo.
Tim-tim por tim.
Com aquela dicção paulistana do Serra – sílaba por sílaba, como se o interlocutor fosse surdo ou imbecil.
Ouviu o Serra pedir ao Ministro Gilmar Dantas (**) que prejudicasse a eleição e, de preferência, melasse a eleição.
Sim, porque se a votação estava 7 a 0, tudo o que o Gilmar poderia fazer, naquela altura, para ajudar o Serra, era adiar a votação, confundir os eleitores e os juízes – e, portanto, melar a eleição.
Permitir que Serra ganhasse no tapetão, como Bush ganhou, com o voto da Suprema Corte.
(Sem comparar o Antonin Scalia ao Gilmar – é a distância que vai de Diamantino, MT, à Atenas de Péricles).
Hoje, a Folha reafirma a existência do telefonema.
É a ultima página do melancólico fim do Zé Baixaria.
E a ante-penúltima página da biografia do Gilmar Dantas, um especialista em telefonemas históricos.
Dr Corrêa, cadê o áudio do grampo?
Muitas outras páginas ainda Gilmar Dantas escreverá.
Até que o novo Senado vote seu impeachment, como sugeriu desde cedo este ordinário blogueiro.
Em tempo: em quem você acredita, amigo navegante: no Serra, no Gilmar ou no Moacyr?
Em tempo 2: no dia 4 de outubro, não vai ter mais nenhum assessor para o Serra dizer: “me acha o Gilmar!”. Ele próprio vai ter que fazer a ligação.

Especialistas veem 'imoralidade' em ato de ministro


Especialistas veem 'imoralidade' em ato de ministro
Eles condenam pressão sobre magistrados, mas veem chance para rever modelo de composição de tribunais superiores
O Estado de S.Paulo
"É uma imoralidade, mas desgraçadamente faz parte dessa nossa história de privilégios", protestou ontem o jurista Luiz Flávio Gomes, referindo-se ao telefonema que o candidato à Presidência José Serra (PSDB) fez a Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), quarta-feira, antes que o ministro interrompesse julgamento do recurso do PT contra a obrigatoriedade de o eleitor exibir dois documentos na hora do voto.

Serra foi além dos sapatos

Na foto, o "jenio"

O melancólico desempenho de José Serra nos debates da Globo e da Record é a comprovação do provérbio romano: “Não vá o sapateiro além dos sapatos”.
Em toda a campanha, Serra demonstrou que não conseguiu adicionar um único voto ao que o “Poste Anti-PT” teria.
Serra não representa nada – além da elite branca (e separatista, em São Paulo) que votaria em qualquer Poste.
Serra não tem visão – não tem uma proposta para o Brasil.
Como diz o sábio Fernando Lyra: São Paulo não pensa o Brasil.
Serra é paulista e o Brasil cansou do paulistismo.
Serra não tem biografia.
Essa história de que “fiz isso”, “fiz aquilo” não esconde uma realidade inescapável: em 50 anos de carreira, ele não apresentou uma única idéia que preste.
O que pensa esse rapaz, se perguntou o filósofo Paulo Arantes, numa sabatina na Folha.
Serra não tem carisma.
Serra não é popular.
Serra fugiu do padrinho, FHC.
E não botou ninguém no lugar.
Ficou sozinho, a tomar café com o índio.
Serra é um apparatchik soviético, putiniano.
Um operador de máquina partidária e das finanças que azeitam essa máquina.
Serra é um operador do PiG, especialmente do PiG de São Paulo.
Serra persegue jornalistas que não sejam do PiG.
Clique aqui para ler “por que Serra elogiou ACM – ou, a liberdade de expressão”.
Serra não tem escrúpulos – se necessário, passa com um trator por cima da mãe e telefona para o Gilmar, se isso prejudicar o adversário e melar a eleição – clique aqui para ler.
Serra vai virar o bode expiatório.
A "colonista" Eliane Catanhêde disse que ele era o candidato “mais consistente”, quando havia ainda a possibilidade de se realizar uma convenção no PSDB e Aécio sair candidato.
Aécio não era “consistente”, portanto.
Hoje, na pág. 2 a Folha, a Catanhêde joga Serra ao mar.
O PiG vai dizer que a culpa é dele – o sapateiro que tentou ir além dos sapatos.
Nem o Fernando Henrique o consolará.
Ontem, o Farol de Alexandria iluminou uma reunião de banqueiros em São Paulo – sua platéia de preferência.
Provavelmente, em troca de um cachê de US$ 50 mil.
O Farol não falou em Serra uma única vez.
Em 2002, logo depois que Serra perdeu a eleição pela modesta diferença de 61% a 39%, a repórter Dolores Mendes, do UOLNews, perguntou ao Presidente Fernando Henrique como ele explicava a derrota que tinha acabado de sofrer.
O Farol se irritou e começou a piscar.
Os lábios adquiriram um movimento espontâneo.
E FHC respondeu rispidamente: eu não perdi; quem perdeu foi o Serra.
Dez minutos depois da entrevista, recebo – este ordinário blogueiro era o chefe do UOLNews – um telefonema do Presidente da empresa Caio T. (“T” de Tartufo) Costa.
Queria saber quem era essa tal de Dolores e mandava demití-la.
(Essa história de que só o Serra no PSDB persegue jornalistas precisa ser reavaliada.)
Lamentavelmente, não foi possível atender à sugestão do(s) Presidente(s).
Vai ser assim: FHC vai vender o Serra na baixa.
O PiG vai vender o Serra na baixa.
A elite vai vender o Serra na baixa.
E Serra vai retornar ao limite de sua competência: ser um poeta municipal.

Os demos no inferno; até o diabo rejeita

Vários estudos indicam que os demos – ex-Arena e ex-PDS no período na ditadura militar e ex-PFL no reinado neoliberal de FHC – caminham para o inferno na eleição deste domingo. O Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) estima que o partido perderá cerca de 20 deputados e elegerá só dois senadores. Reportagem do Jornal do Brasil, intitulada “A derrocada do DEM”, foi ainda mais dura nas previsões e já antecipa o fim desta legenda da direita nativa.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Felicitações, 1 ano do Contramaré de....

Parabéns Aguinaldo! Se, ao seguir o seu exemplo, cada um de nós, fizermos uma parte, a nossa, certo que tudo se encaminhará para melhor! 
Dentro todos, os que menos precisam são os que mais têm o dever de contribuir com a individualidade de cada ajuda, cada exemplo, pois, aos que necessitam cabe o bom senso de avaliar as oportunidades e sem se humilhar, com dignidade, aceitar a ajuda, distinguindo o ensinamento do pescar ao imediatismo do peixe, formando, assim, um tecido social equilibrado, donde, a ninguém será preciso conjugar o verbo apropriar-se, mas sim, o verbo compartilhar; ensinar e distribuir a quem tem mérito.
Junto ao beija-flor a menina que em uma praia extensa, após uma tempestade, devolvia, em meio a uma infinidade de estrelas-do-mar, as que lhe eram possível salvar, quando um inter-locutor lhe pergunta: Acreditas que poderás mudar o destino dessas estrelas, acreditas que poderás salvá-las? E a menina respondeu: Perguntes as que eu já devolvi ao mar!
Parabéns. Grande abraço! 
Wagner Nogueira, de Ubatuba




Parabéns pelo primeiro aniversário do Contramaré. Valeu, Aguinaldo, e muito! 
Um grande abraço,
Izide F. Elias, de Campinas 



Parabéns ao contramaré e ao Dono. Logo vamos socializar esse blog, que é público, néh, e fará parte do Estado, como a folha, o estadão, a globo, etc.......
Vida longa, companheiro...
Abraços,
 
Mauricio Moromizato, de Ubatuba

Serra evita Dilma, tromba em Marina e troca ataques por propostas



Maurício Savarese, UOL

“No debate visto como sua melhor chance para forçar o segundo turno nas eleições presidenciais, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, evitou confrontar a líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff (PT), foi alvo da terceira colocada, Marina Silva (PV), e salpicou críticas ao governo federal apenas nas descrições de propostas.

Depois do debate, em entrevista a jornalistas, Serra afirmou que não questionou Dilma porque na oportunidade que teve, o tema sorteado - metrô - "não era o mais apropriado". Ele disse também que esperava perguntar à petista no último bloco do encontro, mas Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) o fez antes. "Muitas vezes não pode se tratar de tudo", afirmou.

Na curta entrevista - a mais breve do pós-debate e encerrada com Serra aparentando incômodo-, o tucano disse também que "todos os debates são engessados". E repetiu que é "estranha" a decisão do STF [Supremo Tribunal Federal] que permite votação no domingo a eleitores que portem apenas o título de eleitor.”
Matéria Completa, ::Aqui::

Marina abandona candidatura para participar de A Fazenda 3



Marina pretende sugerir que Monique Evans e Geyse usem silicone biodegradável, elogiou as belezas da melancia e pediu ao IBAMA que inclua Sérgio Mallandro na lista dos animais em extinção.

GAIA – Numa decisão inesperada, a candidata Marina Silva distribuiu sementes de papaia para a imprensa nas quais externa suas razões para abandonar a corrida presidencial. “Minha missão eco-geo-neo-espiritual como candidata está madura. Dancei com os lobos da política e divulguei uma mensagem de união entre os povos, animais e o meio ambiente. Partirei para ‘A Fazenda 3’ a fim de mostrar para milhões de brasileiros a urgência da integração homem-natureza”, dizia o texto cuneiforme riscado com dentes de javali nas sementes.

De acordo com fontes ligadas ao PV, Marina exigirá que o programa seja transmitido usando energia solar, sugerirá reutilização dos índices do IBOPE excedentes e prometeu reciclar as asneiras faladas pelos participantes.

Dilma Rousseff, que, através do seu núcleo de inteligência de Mauá, há duas semanas já havia tomado conhecimento da decisão de Marina, pediu calma aos militantes do PV. “Eu mesma cogitei largar a candidatura para estrelar a versão brasileira do programa Extreme Makeover, mas sou guerreira e decidi ficar”, declarou a petista.

O candidato José Serra caiu da cadeira quando soube da desistência de Marina e foi levado a um hospital privado de São Paulo. Mas, ao chegar lá, notou que havia perdido a carteirinha do plano de saúde. Levou 5 pontos percentuais na testa.
By: The iPiauí Herald, via com textolivre

Alertado por Serra, líder dos homens bons no Supremo interrompe votação maléfica

O Excelso Tribuno dos Homens Bons no Supremo, Gilmar Dantas mais uma vez não se furta a defender a verdade e a decência frente às forças bolchevistas que lutam para implantar a sovietização do país através das vias ilícitas e imorais. 
Acontece que foi descoberto um plano comunista para fraudar as eleições através da substituição das pessoas de bem, eleitores de Serra, por agentes venezuelanos disfarçados os quais votariam no lugar das pessoas sequestradas. 
Por isso a única forma de impedi-los nesse plano maligno é através da exigência de um documento com foto na hora da votação, onde com a comparação da foto da pessoa com o agente chavista ficaria patente a fraude pois todos os elementos subversivos bolivarianos usam barba à la Fidel, diferentemente dos brasileiros, o que justifica a extrema necessidade da exigência.
Grande líder varonil, no instante em que alertava Gilmar de mais um golpe bolchevista contra as instituições republicanas
Alertado à tempo por José Serra, Gilmar pode impedir que os demais membros de tão elevada corte caíssem no conto dos marxistas e suspendeu a votação para o bem do Brasil. Alvíssaras! É reconfortante saber que temos no STF um varão a altura do futuro presidente da nação, sempre pronto a atender nossos chamados na dura luta contra o comunismo petista que sempre ameaça o país.

Nos corredores do Supremo fala-se em impeachment de Gilmar Mendes



O candidato tucano José Serra no suposto telefonema para o ministro Gilmar Mendes, do STF (foto: Rodrigo Coca/ Fotoarena/ Especial para Terra)

1. A matéria apresentada pelo Jornal Folha de S. Paulo é de extrema gravidade. Pelo noticiado, e se verdadeiro, o ministro Gilmar Mendes e o candidato José Serra, tentaram, por manobra criminosa, retardar julgamento sobre questão fundamental, referente ao exercício ativo da cidadania: o direito que o cidadão tem de votar.
Atenção: Gilmar e Serra negam ter se falado. Em outras palavras, a matéria da Folha de S.Paulo não seria verdadeira.

Serra está no fundo do poço?


metal cadente

Genro do Ministro do STF discute Ficha Limpa com Roriz



O delegado da antiga coligação encabeçada por Joaquim Roriz (PSC) ao governo do Distrito Federal, Eri Varela, disse ao iG que vai ingressar nesta sexta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma queixa-crime contra o ministro Carlos Ayres Britto, sua filha, Adriele Ayres de Britto, e seu genro, Adriano Borges. Eri Varela está de posse de uma gravação de video feita no começo do mês mostrando uma conversa entre Adriano Borges e o ex-candidato ao governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz. Na gravação, o advogado e o então candidato discutem uma forma de interferir no resultado do julgamento que o STF faria dias depois sobre recurso que o ex-governador moveu contra sua inclusão na lei do Ficha Limpa decidida pela Justiça Eleitoral. Caso sua inclusão no Ficha Limpa fosse mantida pelos ministros do Supremo, Roriz não poderia mais ser candidato. No video, Borges e Roriz falam em honorários na casa de 4,5 milhões de reais para a missão. Eri Varela diz ainda que a representação incluirá o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski, cujo nome é citado num trecho do video.

Nas gravações, o genro do ministro diz que sua assinatura e o papel timbrado de seu escritório na representação feita por Roriz ao STF levariam seu sogro, Ayres Britto, a se declarar impedido. Segundo as regras regras vigentes, ter o genro como advogado de uma das partes é motivo bastante para que um ministro se declare impedido. Roriz dá a entender na gravação que, caso permanecesse na votação, Ayres Britto seria contrário ao seu pleito. A conversa entre os dois não prosperou. Dias depois, na madrugada de sexta-feira 24, o Supremo Tribunal Federal encerrou a sessao de votação do recurso de Roriz com um empate, 5 a 5. Ayres Britto votou contra Roriz. Diante do impasse, na manhã seguinte o candidato ao governo do Distrito Federal renunciou a favor de sua mulher, Weslian.
“[Vamos entrar com uma] Notícia-crime para o STF investigar e chegar a conclusão que se queria sobre a participação de ministro que autoriza seu genro a extorquir um cidadão de 74 anos”, disse ao iG o advogado de Roriz, Eri Varela.
A gravação, realizada no dia três de setembro, antes do julgamento do caso de Roriz no Supremo, foi feita no escritório do político, em sua residência em Brasília. De acordo com Eri, membros da coligação instalaram câmeras no local para a proteção do ex-governador, que não teria conhecimento do fato.
“Para autoproteção, nós, coligação, determinamos que o escritório dele tivesse um esquema lá. Nós colocamos a câmera e o rapaz esteve lá. Depois o governador tomou conhecimento. (...) No escritório o governador só vai ter assuntos mais reservados, algumas vezes a pessoa conversa um assunto e sai dizendo outro”, disse Eri.
Em nenhum momento do vídeo Roriz acena com a possibilidade de fechar negócio com Adriano. Durante as negociações, o advogado sugere um “pró-labore” de R$ 1,5 milhão no começo da ação e R$ 3 milhões com o “êxito”. O genro do ministro argumenta que o êxito seria tornar Ayres Britto impedido de votar no recurso de Roriz contra a Ficha Limpa.
Eri Varela disse que a notícia-crime envolverá Adriele, a filha de Britto, pois ela e Adriano formam uma banca de advogados e, nas gravações, durante a negociação do pagamento, ele diz que precisa conversar com sua sócia. Em nenhum momento do vídeo, contudo, Adriele é citada nominalmente.
Procurado pelo iG, o ministro Britto, afirmou que Adriano contou-lhe que havia conversado com Roriz sobre a possibilidade, mas diz que houve “contato, e não contrato”. Segundo o ministro, Adriano se mostrou ingênuo e está arrependido. “Não tenha nada a ver com isso (...) Adriano que responda pelo que fez”, diz o ministro.
Para Eri Varela, porém: “os dois, [que agiam] com o conhecimento do ministro. O genro (Adriano) disse que ele poderia advogar para qualquer um com exceção do Paulo Maluf”. Segundo ele, durante as negociações, Adriele e Adriano chegaram a ter seus nomes incluídos no recurso extraordinário que seria enviado ao STF. Mas, de acordo com Eri, o advogado da coligação, Eládio Carneiro, retirou os dois após o que ele taxou de “tentativa de extorsão contra Roriz” por parte de Adriano.
Adriano José Borges Silva diz ao iG, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que se sente “profundamente chantageado” pela exposição do vídeo de sua conversa com Roriz. Ele destaca que se trata de uma tentativa de incriminá-lo e de prejudicar o ministro Ayres Britto. Segundo a assessoria, uma leitura atenta do vídeo pode mostrar que Adriano se coloca como um profissional para trabalhar nas peças jurídicas.
A assessoria do advogado também destaca que a conversa ocorreu na manhã do dia 3 de setembro, antes de o caso ser distribuído e o ministro Ayres Britto ter sido apontado como relator do processo de Roriz. Adriano preferiu não comentar os valores envolvidos na negociação com Roriz.
Eri diz que amanhã vai notificar o STF da situação como um todo. “Para o STF resolver o problema de Ayres Britto, Lewandowski e seus filhos. Para limpar por dentro o que quer limpar por fora”, disse Eri. Na gravação, quando Roriz diz ter pressa para que o STF julgue logo seu recurso, Adriano afirma, numa referência ao presidente do TSE e ministro do Supremo, Ricardo Lewandowski:
- É importantíssima uma conversa com o Ministro Lewandowski, para ele imediatamente receber o extraordinário, porque caso contrário, vai demorar... Ele vai passar aí 3, 4, 5 dias com esse.... Ele vai ter que abrir vista para outra parte e já perde aí uma semana, uma semana e meia.
É a única referência ao ministro no vídeo. “Na fita, diz que ele tem intimidade com Lewandowski, para liberar imediatamente. Tem outras situações do Lewandowski que eu explico em petição que vou encaminhar ao Presidente [do STF]”, disse ao iG Eri Varela.
Questionado sobre o motivo de não ter apresentado a notícia-crime antes do julgamento, Eri alegou que não pretendia interferir na dinâmica do Supremo. “Nós não utilizamos em respeito ao STF e porque acreditávamos que teria um julgamento definitivo. Para não dizer que estávamos tentando ganhar no grito. Como a Corte está pacificada nós vamos representar contra o genro, a filha, Ayres e Lewandowski”.
A reportagem do iG entrou em contato com a assessoria de Lewandowski. Ela informou que o ministro não se encontrou e sequer foi procurado por Adriano Borges.
com textolivre

Jurista pede a Cureau quebra do sigilo telefônico de Serra e Mendes

Cureau deve investigar se houve manobra entre Mendes e Serra, diz jurista

O jurista Wálter Maierovitch, em sua coluna no Terra Magazine, cobrou do Ministério Publico uma investigação sobre a veracidade do telefonema de Serra para o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que após a conversa pediu vistas do recurso apresentado pelo PT contra a obrigatoriedade de dois documentos para votar no próximo domingo.

Como Serra e o ministro negaram a conversa, cuja ligação foi testemunhada por repórter da Folha de S.Paulo, Maierovitch considera a investigação indispensável para saber se houve manobra ciminosa para retardar julgamento de questão fundamental ao exercício da cidadania.

“A denúncia precisa ser apurada pelo Ministério Público e, acredita-se, que a dra Cureau não vai deixar de apurar e solicitar, judicialmente, a quebra dos sigilos telefônicos de Serra e Mendes”, disse o jurista, referindo-se à vice-procuradora eleitoral, Sandra Cureau.

Para Maierovitch, ligando o adiamento da decisão do STF ao  telefonema de Serra, “pode-se pensar no artigo 319 do Código Penal: crime de prevaricação. Segundo o jurista, o pedido de vista numa questão urgente e de baixa complexidade provocou mal estar no STF, e na “rádio corredor” do tribunal já se fala até em impeachment de Mendes.

Maierovitch afirma que a única forma de se cassar um ministro do Supremo é o impeachment. E que “o único caminho quando se trata de grave irregularidade, de crime perpetrado — e esse caso, se comprovado, pode ser caracterizado como crime —, é o impeachment.”
onipresente

Caso Erenice: auditorias concluem que não houve irregularidades




A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou nesta quinta-feira (30) a conclusão de quatro das nove auditorias que estão sendo feitas em contratos, licitações, autorizações e pagamentos suspeitos de irregularidades.
Após rigorosa apuração, nenhuma - isso mesmo, NENHUMA - das irregularidades noticiadas em manchetes da Folha de S. Paulo e capas da revista Veja foram confirmadas. A conclusão que se pode chegar é que todas as acusações feitas pela mídia e que foram alvo das auditorias eram apenas calúnias lançadas com motivações eleitorais.
Os alvos da investigação cujas auditorias chegaram ao fim são o suposto beneficiamento da empresa Matra Mineração pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM); as suspeitas de pagamento de propina na compra do medicamento Tamiflu, usado para combater a pandemia da influenza A (H1N1) - gripe suína; a contratação sem licitação, em agosto do ano passado por R$ 80 mil, do escritório de advocacia Trajano & Silva Advogados; e o suposto tráfico de influência no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Todos as auditorias estão ligadas ao escândalo que tirou do cargo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. A investigação começou no dia 14 de setembro, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a CGU, os resultados das primeiras investigações foram enviados nesta quinta ao presidente Lula e também serão encaminhados à Polícia Federal.
De acordo com a controladoria, as acusações feitas pelo empresário Rubnei Quicoli de que integrantes da Casa Civil tentaram intermediar financiamentos do BNDES são infundadas. O órgão de controle concluiu que o pedido de empréstimo seguiu o trâmite normal e “teve o tratamento técnico previsto nas normas internas do BNDES”. De acordo com a investigação, o financiamento só não foi aprovado porque não atendeu integralmente às exigências do banco de fomento. Em relação à compra do Tamiflu, a conclusão da investigação apontou que não houve pagamento de propina.
A CGU também afirma que não houve beneficiamento da empresa Matra Mineração, ligada ao marido de Erenice. Sobre o cancelamento das multas, a CGU apurou que as notificações foram de fato anuladas “em decorrência de erros apontados pela própria Procuradoria-Geral do órgão quanto aos seus respectivos valores”. De acordo com a investigação, novos valores foram arbitrados. A investigação apontou ainda que os débitos relativos tanto às multas quanto à taxa anual por hectare (TAH) em atraso totalizam R$ 129,4 mil e foram divididos em 60 parcelas, das quais 25 foram pagas, restando 35 por vencer.
De acordo com a conclusão da CGU, não houve também beneficiamento do escritório Trajano e Silva Associados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. As suspeitas de tráfico de influência envolvem uma irmã de Erenice Guerra, Maria Euriza, que era funcionária da EPE e autorizou, em agosto de 2009, a contratação do escritório, que tem entre os sócios Antônio Alves Carvalho, irmão de Maria Euriza e Erenice. De acordo com a CGU, Antônio Alves Carvalho entrou oficialmente na sociedade em novembro.
"A CGU está recomendando à EPE maior cuidado e precisão no enquadramento das hipóteses de inexigibilidade de licitações e recomendando que a empresa fundamente suas futuras contratações com base em amplas pesquisas de preço".
Outra recomendação feita pela CGU refere-se a problemas num contrato firmado entre o Ministério das Cidades e a Fundação Universidade de Brasília. Esse contrato teria o envolvimento de José Euricélio Alves de Carvalho, outro irmão de Erenice. A CGU concluiu que há irregularidades no pagamento de R$ 2,1 milhões para um produto que não atendeu à demanda do ministério. No entanto, as investigações não apontaram responsabilidade direta do irmão de Erenice no caso.
"O que se tem até o momento é a constatação de que ele foi assessor na Secretaria Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades e contratado pela Editora UnB, em períodos próximos e seguidos, na época dos fatos", concluiu.