sábado, 22 de outubro de 2011

A internet não é meio de comunicação





No início do mês (dia 3 de outubro) a Suprema Corte, nos Estados Unidos, decidiu que baixar uma música da internet não equivale a exibir essa mesma música em público. Portanto, ao copiar o arquivo de uma canção no seu computador, o consumidor não deve ser tratado como alguém que toca essa mesma canção para uma grande audiência, no rádio ou num show. 
Ora, dirá o leitor, nada mais óbvio. Baixar uma faixa de CD é mais ou menos como copiar no gravador de casa uma canção que a gente sintoniza na FM. Trata-se de um ato doméstico, que não se confunde com executar uma obra musical para uma plateia de 5 mil espectadores. No entanto, até hoje, o pensamento oficial sobre a internet - em especial o pensamento das Cortes de Justiça - carrega uma tendência de equipará-la aos meios de comunicação de massa. Um erro grosseiro e desastroso. Além de obtusa, essa visão traz consequências perversas, como a que levou parlamentares brasileiros, há coisa de dois anos, a tentarem aprovar uma lei que impedia os cidadãos de manifestarem suas opiniões sobre as eleições em sites e blogs durante o período eleitoral, como se a rede mundial de computadores fosse da mesma família que as redes de televisão e de rádio, que funcionam sob concessão pública. ...

O linchamento de Orlando Silva



Luis Nassif, Blog: Luis Nassif

“Virou uma loucura sem tamanho. Fui correndo ler a matéria, julgando que teriam identificado convênios entre o Ministério dos Esportes e a mulher do Ministro. Mas era pagamento de serviços prestados no âmbito do Ministério da Justiça.

Ora, a ONG de Mônica Serra é financiada por investimentos culturais da Sabesp, com Serra ainda governador, a de dona Ruth com transferências de governo - desde os tempos de FHC presidente e ainda hoje.

Nessas catarses e linchamentos, vale tudo. Jogam acusação do Ministro ter embolsado dinheiro. Não se comprova. Ainda jogam da compra da casa "negócio da China". Matéria furada. Aí identificam um contrato com o Ministério da Justiça. É uma acusação atrás da outra sem a menor preocupação. Qualquer informação sobre a vida do Ministro é escandalizada. Atribuem declarações a Dilma, que são mantidas mesmo depois de desmentidos formais da parte dela.

São tempos tenebrosos, esses que atravessamos, em que se suspenderam todos os filtros que separam o jornalismo da difamação pura e simples.”....

Citação Bíblica do Dia


no, Diário ateísta

Kadafi, Líbia, petróleo e democracia


Redação da Carta Maior

Depois de quatro semanas de bombardeios intensos dos caças da Otan precederam a captura e morte de Kadafi, na quinta-feira, dia 20, na Líbia. Sirte, a cidade nuclear no centro das operações, foi reduzida a ruínas. Mais de 100 pessoas morreram nos últimos dez dias. Há centenas de feridos e encarcerados.

A violência não se limita aos combates. Um relatório da Anistia Internacional, de 13 de outubro, “Detention Abuses Staining the New Libya”, denuncia a persistência de prisões arbitrárias, sem julgamento, por parte de milícias incorporadas ao governo provisório rebelde.

A prática da tortura é generalizada nas prisões, seja por vingança, seja como método sancionado de coleta de informação. Se o Conselho Nacional de Transição (CNT) não der mostras de “uma ação firme e imediata”, diz o relatório da Anistia, a Líbia corre “um risco real de ver algumas tendências do passado repetirem-se....

Charge do Bessinha

20 dicas de como evitar o desperdício de alimentos




O CicloVivo separou algumas ideias de como aproveitar melhor os alimentos e assim, reduzir os desperdícios.
As estatísticas de desperdício no mundo mostram números absurdos de alimentos que são jogados fora. Nos estados unidos, as famílias chegam a desperdiçar 600 dólares somente com as frutas desperdiçadas. No Brasil a situação é semelhante e, segundo dados do Insituto Akatu, aproximadamente um terço de tudo o que é comprado vai direto para o lixo.....

A civilização avança...



... e traz ao homens comuns, 
aqueles que riem e choram de alegria e tristeza, 
aqueles que comem e bebem e amam e brindam 
os dias claros e os dias escuros, 
aqueles que se enfartam de preocupações e anseios, 
aqueles que respiram o ar da indignação e 
sentem na pele o comichão da liberdade e da justiça, 
a trágica sensação de que a esperança de um mundo melhor
será sempre e tão somente uma esperança,
uma mera utopia,
um sonho,
um pesadelo
que não termina. 
Crônicas da Motta

Veja quem ganha e quem perde na troca de prisioneiros palestinos pelo militar israelense


Colono judeu atira vinho em idosa palestina
Ganham o Hamas, Síria, Iran, Rússia, China e o Hizbullah.
Perdem os Estados Unidos e seus satélites europeus, Israel e Arábia Saudita.
Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Nacional Palestina não perde e nem ganha.
A troca foi um jogo de xadrez mal calculado pelos dirigentes sionistas.
Com a troca, Israel esperava desqualificar Abbas como interlocutor em sua determinação pelo reconhecimento do Estado Palestino na ONU.
Para Israel, de acordo com o raciocínio tacanho de seus dirigentes, isso seria um golpe mortal.
Justiça feita aos Estados Unidos.
Em nenhum momento eles apoiaram a troca, mas nada fizeram para impedi-la.
Porque eles também precisavam desqualificar o dirigente palestino.
Mas temiam fortalecer o Hamas.
Ao que tudo indica nem Israel e nem Estados Unidos percebem as mudanças que vêem ocorrendo no mundo diariamente.
O problema para os palestinos agora são os colonos euro-sionistas que invadem suas terras, avançando fortemente armados.
Com apoio dos militares que lhes fornecem armas e treinamento.
Não sem receio, é verdade.
Temem ser capturados para servir de moeda de troca.
E por que não?
Idosa palestina sendo agredida por adolescentes judeus
No Blog do Bourdoukan

Crianças são socialistas, os pais são que estragam


Vi no Maria da Penha Neles!, que viu no Blog do Tarso
via Com text livre

Quando as mulheres acham mulheres atraentes




Estudo feito pela Boise State University aponta que
45% das mulheres entrevistadas já beijaram
outras mulheres
Estimados leitores, de todos os gêneros, marcas, modelos, cor, tamanho, preferência clubística ou gastronômica, pânico em Detroit, como diria David Bowie.
O que os estudos do Instituto de Pesquisas Carneiro da Cunha já apontavam há algum tempo agora é ciência da boa e comprovado pela Universidade de Boise, Idaho, nos Estados Unidos: mulheres hetero, sessenta por cento delas, caros leitores, caras leitoras, sentem atração por outras mulheres.
Em não estamos falando de mulheres homossexuais, mas mulheres hetero, que pegam, matam e, ocasionalmente comem esses estropícios também conhecidos como nós, homens. Mulheres hetero, quando apreciam o corpo, a alma, e outras qualidades igualmente espirituais de outras mulheres podem, muito tranquilamente estarem fantasiando sobre uma e outra em trajes de oncinha e se debatendo em um cenário de Ultimate Fighting sobre gel. Essas mulheres!
O estudo da Boise State University detalha melhor a coisa: 45% das mulheres pesquisadas já beijaram outras mulheres, e não parece que na bochecha ou em um feliz aniversário, mas se admirando pra caramba, durante uma festinha na empresa, no clube, na praia ou no campo. 50% já tiveram fantasias sexuais com outras mulheres, provavelmente muito mais do que as que fantasiam sexualmente com esses trastes também conhecidos como homens - que raramente justificam uma boa fantasiada, tão óbvios que são, tadinhos.....

A IGREJA E A CAMISINHA.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Deu na veja, desconfie.



Por Messias Pontes.

A revista Veja, da Editora Abril, já foi a maior e melhor semanal da imprensa brasileira. Isto quando era dirigida pelo jornalista Mino Carta, que acabou sendo mandado embora por exigência da ditadura militar. Ou entregava a cabeça do Mino na bandeja ou a editora não receberia um centavo sequer da publicidade oficial da milicada. Recentemente, Mino Carta, inconformado por ver uma criação sua transformada no que há de pior, desabafou: “criei um monstro”.......

Petróleo: sem royalties e sem ICMS?


Republico, por ajudar a compreender bem porque não nasceu agora este embrulho dos royalties, o artigo do jornalista Ribamar Oliveira, da redação do Valor Econômico em Brasília.
Vale a pena ler, para entender que o tratamento do petróleo é diferenciado em favor dos estados produtores e também diferenciado, só que contra, no tratamento fiscal do ICMS.
Apenas para complementar o texto, esta emenda foi apresentada, na Constituinte, pelo senhor José Serra, interessado em que os impostos sobre energia – petróleo e eletricidade – fossem aprorpiados por São paulo, maior centro consumidor do País.
Por isso, se prevalecer o texto aprovado ontem no Senado, será inevitável que volte a discussão sobre a repartição do ICMS. E temos uma nova confusão armada.
Leiam o texto, extremamente elucidativo.
Toda a confusão decorre do ICMS na origem
Em 1988 houve uma grande discussão na Constituinte para decidir se a receita do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deveria ser apropriada pelo Estado de origem ou de destino do produto. Os constituintes preferiram o local de origem da produção. Essa decisão mostrou-se, ao longo dos últimos 20 anos, um erro grave, pois ela piorou as desigualdades regionais do país, uma vez que os Estados mais industrializados passaram a ter a maior fatia do bolo do ICMS.
Um consumidor do Piauí que comprar um carro zero quilômetro talvez não saiba que uma parte do ICMS que pagará, no ato de aquisição, irá para o Estado de origem do veículo. A receita do tributo deveria ser apropriada pelo governo do Estado onde mora a pessoa que comprou a mercadoria, pois é ele que irá prestar os serviços públicos que o consumidor demandará.
A decisão dos constituintes desencadeou uma “guerra fiscal” entre os Estados, pois todos os governadores perceberam a lógica do sistema adotado. Eles passaram a conceder incentivos fiscais de todos os tipos para atrair indústrias e, dessa forma, ampliar sua participação no ICMS.
Royalties e o atual FPE resultam da decisão de 1988
Ao decidir que o ICMS seria apropriado na origem da mercadoria, os constituintes tiveram que enfrentar um problema sério, pois o ICMS incidente sobre petróleo e seus derivados e sobre energia elétrica seria apropriado por poucos Estados onde esses bens essenciais são extraídos e/ou produzidos. Isso beneficiaria, principalmente, o Rio de Janeiro, no caso do petróleo, e o Paraná (por Itaipu), no caso da energia elétrica.
Os constituintes decidiram tirar da origem a apropriação da receita do ICMS sobre petróleo e seus derivados e energia elétrica, com o argumento principal de que foi a poupança de toda a nação que permitiu os investimentos da Petrobras e a construção das hidrelétricas. Os constituintes deram uma compensação aos Estados que perderiam receita com essa decisão.
A compensação veio na forma de participação desses Estados e municípios nos royalties do petróleo e da energia elétrica, segundo relato feito pelo ex-ministro Nelson Jobim, durante julgamento de um mandado de segurança pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2003. Jobim, que foi ministro da Justiça, ministro da Defesa e ministro do STF, também foi relator-adjunto da Comissão de Sistematização da Constituinte.
Ocorre que os valores pagos a título de royalties do petróleo eram, no início, irrisórios, de maneira que não despertavam a cobiça dos demais governadores. Para se ter uma ideia, o Estado do Rio de Janeiro recebeu apenas R$ 55,9 milhões em royalties em 1998, de um total de R$ 283,7 milhões arrecadados naquele ano, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O forte aumento da produção do petróleo no Brasil, ocorrido após o fim do monopólio da Petrobras e a abertura de capital da empresa, mudou esse quadro. No ano passado, o Estado do Rio ficou com R$ 6,4 bilhões de royalties e participações especiais e os municípios fluminenses, com R$ 3,3 bilhões. No total, o Rio de Janeiro ficou com cerca de 75% de todos os recursos a título de royalties e participações especiais repassados aos Estados e municípios brasileiros.
Com a descoberta das imensas reservas de petróleo do pré-sal, que ficam na plataforma continental brasileira, a perspectiva é de que a receita com royalties cresça de forma exponencial. É natural, portanto, que os Estados e municípios não confrontantes com as áreas da plataforma onde estão os campos do pré-sal também queiram participar do bolo.
A decisão sobre o ICMS provocou também outra medida polêmica. Quando os parlamentares definiram os critérios de rateio dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), por meio da lei complementar 62/89, a participação do Norte, Nordeste e Centro-Oeste foi elevada de 78% para 85% sem uma argumentação técnica. Segundo o relator da lei, o então deputado Firmo de Castro, procurou-se, com esse aumento, “distribuir melhor os ganhos da reforma tributária, vez que a ampliação da base de incidência do ICMS beneficiará mais fortemente os Estados mais desenvolvidos do país”.
O percentual de cada Estado no bolo do FPE também foi fixado sem critério, tendo em vista apenas circunstâncias históricas. A lei 62/89 foi considerada inconstitucional pelo Supremo e o Congresso terá que aprovar, até dezembro de 2012, nova lei, com critérios que garantam o equilíbrio socioeconômico entre os Estados.
Por causa da confusão provocada pelo ICMS na origem, os Estados e municípios estão, neste momento, em confronto aberto pelos royalties do petróleo, como se eles fossem apenas mais uma fonte de recursos para financiar gastos. O petróleo é um recurso que deverá acabar em algumas dezenas de anos. Por isso, os recursos decorrentes de sua exploração deveriam alimentar um fundo público de poupança, destinado a financiar o desenvolvimento do país, com aplicações prioritárias na educação e em ciência e tecnologia. Além disso, é necessário pensar nas futuras gerações, quando as receitas do petróleo já não existirão.
No Tijolaço

Um Ano da Bolinha...





A Arma do Crime



Mídia: manipulação, concentração, relações com o poder



Muito antes da preparação da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, o papel dos meios de comunicação já havia entrado na pauta das redes sociais e também nos debates da sociedade civil. O tema também foi pauta do 1º Encontro de Blogueiros Progressistas ocorrido nos dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo.

Não é de hoje que a sociedade se debruça sobre as denúncias de manipulação da informação, seja por profissionais, pelos detentores do poder e/ou pelos proprietários dos meios. Tudo isso tem sido tratado em filmes que mostram o dia-a-dia das redações e suas relações com o poder e com a sociedade.

Listamos alguns desses filmes para os leitores. Caso tenha sugestões, colabore. Os comentários estão abertos:...

O problema da política não é simplesmente a lei


Não se pode imaginar que leis simplificadoras resolvam, por mágica, toda a nossa penúria política, acumulada em períodos autoritários e alimentada por uma elite versada em manipulação do voto do pobre. É hora, é certo, de pensar numa reforma política, mas é bom que se evite que ela sirva a outras finalidades que não o aprofundamento da democracia brasileira.
Durante toda a sua história, o Brasil foi uma sucessão de períodos autoritários intercalados por fases de redemocratização. A instabilidade institucional, aliada à ideia emprestada dos períodos ditatoriais de que o Estado tudo pode, inclusive mudar costumes e culturas, fazem a sociedade trilhar movimentos curiosos em momentos de crise política. Os aparelhos públicos de coerção – justiça, polícia, ministério público e outros órgãos de controle e punição – apenas são considerados eficientes se apresentam imediatamente um culpado e um castigo, uma exigência que, não raro, induz a erros policiais e judiciários. É a expectativa de que as instituições democráticas e os mecanismos legais ganhem a cerelidade própria dos regimes de exceção e um poder semelhante de decidir sobre a vida das pessoas.....

As relações ambíguas do governo com a mídia


Enquanto seus apoiadores acusam a mídia de ser golpista, governo prestigia e destina farta publicidade aos grandes meios de comunicação. Uma única edição de Veja recebe cerca de R$ 1,5 milhão em anúncios oficiais. É preciso regular e democratizar as comunicações. Mas também é necessário deixar mais claro os interesses de cada setor nessa disputa
Nesta semana, a revista Veja fez mais uma denúncia de corrupção contra um Ministro de Estado. É difícil saber o que há de verdade ali, pois a reportagem vale-se apenas do depoimento de uma testemunha. A matéria pautou os principais veículos de comunicação, com destaque para o Jornal Nacional, da Rede Globo.
O Ministro, por sua vez, sai atirando. Responde ao acusador no mesmo calibre. “Bandido” é a palavra que ricocheteia em todas as páginas e telas. O caso é nebuloso. A relação promíscua do Estado com ONGs e “entidades sem fins lucrativos” precisa sempre ser examinada com lupa potente. É um dos legados da privatização esperta dos anos 1990, feita através de terceirizações de serviços que deveriam ser públicos....

A macabra “Geração N”


Quase todos são capazes de entender quando jovens carentes desviam-se do bom caminho – entenda-se da busca pela educação, pela cultura e pelo desenvolvimento de valores morais sólidos e de rejeição a todo e qualquer tipo de preconceito. Não se entende, porém, essa parte considerável da nossa juventude que foi favorecida pela sorte ser composta de seres desprovidos de qualquer senso de dever, de moral, de solidariedade. E o que é pior: até de instinto de sobrevivência.....

Teorias sobre o Universo

Como é dito na Teoria dos Paralelos existem várias formas de analisar o Universo. Ao longo do tempo, com os avanços tecnológicos, algumas destas teorias foram caindo por terra. Algumas delas foram genéricamente aceites durante milhares de anos. A seguir apresentamos algumas das teórias que foram aceites ao longo da história, mas que com o tempo perderam apoiantes.


Pré-Socráticos sec. 6 e 5 a.C.

Os primeiros filosofos da Grécia tentaram elaborar várias explicações para o espaço. Para eles, o Anaximandro (espaço) surgira da água e os humanos descendiam dos peixes. O nosso planeta seria um disco achatado e flutuante circundado por tubos de névoa luminosa, com um circulo de fogo por fora (o sol).

Modelo Geocêntrico sec. 4 a.C.

Aperfeiçoando algumas ideias de Pitágoras, Eudoxo de Cnido Criou um modelo geocêntrico do Universo. A Terra era o centro do Universo e tudo existente nele girava em torno dela. Aristóteles era um dos que morreu a acreditar nesta teoria....

Problema de Estatística Básica - Finalizado


Considero Estatística uma ciência difícil. É muito fácil encontrarmos conclusões diferentes baseados no mesmo conjunto de dados, dependendo de como se agrupa e de como é feita a pergunta.

Para demonstrar estou colocando um problema fácil mas já me fez pensar algumas horas. Digamos que você esteja em um show valendo um prêmio interesante e para ganhar precisa adivinhar onde está o Ás entre as 3 cartas que estão viradas para baixo.


Como exemplo considere que você tenha escolhido a primeira carta. 


E como eu sou o apresentador do programa e sei onde está a carta correta, viro a face de uma das duas outras cartas que não foram escolhidas. Logicamente que viro uma carta que não é o Ás que você está procurando. 


Depois eu faço a tal pergunta: Quer trocar de carta ou fica com essa mesmo que você escolheu primeiro?

O que você escolheria? Acha que existe alguma vantagem em trocar de carta? Será que tanto faz? Ou será que é uma "pegadinha" e trocar de escolha pode reduzir suas chances?


Resposta:
A grande maioria das pessoas acha que tanto faz trocarde carta porque ficaram somente duas cartas cobertas, e sendo assim a chance seria de 50% para qualquer escolha. Mas esse raciocínio não é correto neste caso.

Quando você escolheu a primeira carta as suas chances de acertar eram de 1/3, consequentemente tinha 2/3 de chances de errar. Essa proporção não mudou quando uma carta foi virada, você ainda ficou com 1/3 de chance de acertar.

Mas se você trocar de carta após uma estar aberta, você inverte as probabilidades e fica com 2/3 de chances de acertar, que é 2 vezes mais do que você teria se não mudasse de carta.

Se você estiver demorando a aceitar e estiver lendo o texto de novo, normal. Aconteceu comigo também.

Exatamente

O Vinho do amor...

Achou que a palhaçada tinha acabado e que a criatividade de alguns bispos e apóstolos que abusam da inocência e ingenuidade de muitos fiéis para arrecadação ilícita em nome de Deus tinha se esgotado.
A Resposta é...Não!!! Chegou agora o sensacional vinho do amor do apóstolo Adelino de Carvalho da igreja Águias do Apostolado.



no Rirteté

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Kadafi assassinado.

Retrato de um intolerante

A miséria paulista



Com anos de atraso, o Estado de São Paulo se une ao governo federal no esforço de acabar com a miséria, assinando um termo de adesão com as cem cidades paulistas de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para localizar famílias que vivem em condições de extrema pobreza, ou seja, com renda per capita mensal abaixo de R$ 70. O objetivo é inserir quem estiver abaixo dessa faixa de rendimento em um projeto de erradicação da pobreza, transferindo renda com a integração dos programas Renda Cidadã, do governo estadual, e Bolsa Família, do governo federal.....

SBPC e ABC propõem mudanças no novo Código Florestal



Na última semana, órgãos encaminharam ao Senado um documento esclarecendo as questões que precisam ser revistas para que o conjunto de leis possa aliar desenvolvimento agrícola à preservação ambiental

Jéssica Lipinski, Instituto CarbonoBrasil/SBPC/ABC/Jornal da Ciência

Após a polêmica aprovação do novo Código Florestal na Câmara dos Deputados, que ocorreu em maio deste ano, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) emitiram uma nota que classificava a decisão como precipitada, e que afirmava que nenhuma das entidades havia sido convidada a participar dos debates sobre o código.

Mas as autoridades políticas ainda têm tempo de considerar o parecer científico dos dois órgãos. Na última semana, a SBPC e a ABC emitiram um documento, enviado ao Senado Federal, que discorre sobre alguns pontos da nova legislação que precisam ser corrigidos para que o código possa de fato atender as demandas da agricultura brasileira sem negligenciar as questões ambientais.

O documento encaminhado ao Senado, juntamente com o livro “O Código Florestal e a Ciência: Contribuições para o Diálogo”, também de autoria da SBPC e da ABC e publicado em abril de 2011, apresenta um sumário resumido e uma parte mais detalhada com uma bibliografia indicativa, nos quais as entidades ressaltam e analisam os pontos que precisam ser modificados no novo código.

“No primeiro estudo, publicado em livro, defendemos que a Ciência tinha que ser ouvida nas discussões do Código Florestal; é um documento mais geral que aborda como a Ciência poderia ajudar nos debates”, explicou José Antônio Aleixo da Silva, coordenador do grupo de trabalho que desenvolveu o documento e secretário da SBPC, ao Jornal da Ciência.

“Agora o texto é mais objetivo e ataca pontos específicos que o grupo entende que devem ser revistos, que merecem maior dedicação dos congressistas. Trazemos uma posição mais clara dos pontos que merecem maior atenção. Esperamos que esse texto tenha grande impacto, que seja levado em consideração, porque a briga política em torno do Código é grande”, concluiu Aleixo.”
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